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A cultura em Macaé

<p>Contextos e passagens únicas&comma; marcaram para sempre a história de Macaé&period; Mesmo sendo uma referência no que diz respeito a força de trabalho e tudo o que envolve o desenvolvimento de um município&comma; a cidade tem por trás disso tudo&comma; uma base cultural muito forte&comma; que vem se desdobrando desde sua fundação&comma; mas que podemos destacar os últimos três anos&comma; como especiais&comma; já que vem ganhando força extra no segmento cultural&comma; com muitas iniciativas relevantes e que mostram que não só de petróleo e não só de gastronomia&comma; Macaé sai na frente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Mas para falar dos últimos tempos&comma; precisamos fazer um resgate importantíssimo&comma; pois foi através de marcos na cultura local no passado&comma; que hoje o presente se desdobra com referências significativas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na literatura&comma; Macaé lançou escritores importantes como Godofredo Tinoco&comma; Antônio Alvarez Parada&comma; Alberto Figueiredo Pimentel&comma; Henrique de Vasconcellos&comma; Luiz Reid&comma; Agenor Caldas&comma; entre outros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No segmento de teatro e cinema&comma; Macaé tem bastante afinidade&comma; já que peças teatrais&comma; saraus&comma; cafés e livrarias&comma; viviam lotados&period; Podemos destacar o Teatro Santa Isabel&comma; que foi inaugurado em 1866 e foi o palco para apresentações únicas&comma; com artistas de renome internacional&period; Ir ao Santa Isabel era um programa muito comum&comma; que fazia parte do cotidiano do macaense&period; Mas depois da Segunda Guerra Mundial&comma; o teatro saiu um pouco de cena e os cinemas vieram para brilhar&period; O Teatro Santa Isabel passou a levar a palavra Cine em primeiro lugar&comma; e na década de 30 a construção do Cine Teatro Taboada&comma; foi um marco para a cultura local&comma; e se tornou o símbolo da vida cultural macaense entre as décadas de 50 e 60&period; Em 1927 o Cine Brasil foi inaugurado e três anos depois o Cine Teatro Glória&comma; no distrito de Glicério&comma; contemplou os moradores da localidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nas artes plásticas&comma; o nome que homenageia as atuais galerias do Centro Macaé de Cultura&comma; tiveram como inspiração o pintor Hindemburgo Olive&comma; membro da Academia Macaense de letras e que foi uma peça importante nesta vertente cultural&period; Podemos destacar também o cartunista e ilustrador Alvaro Marins&comma; mais conhecido como Seth&comma; que criou um documento especial onde os costumes e paisagens da cidade entre os anos 30 e 40&comma; foram registrados de uma forma surpreendente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A música é um campo bem vasto em Macaé e quem acompanha o D&comma; sabe bem o quanto é um dos pontos altos em sua história&period; Como destaque&comma; deixamos um espaço para nomes como Viriato Figueira da Silva&comma; compositor e autor da polca-canção Só pra Moer&comma; que fez parte do álbum de músicas do Império&period; Benedito Lacerda&comma; uma jóia para a história da nossa música brasileira&comma; nasceu em Macaé e foi autor de músicas inesquecíveis como Despedida de Mangueira&comma; A jardineira&comma; Normalista&comma; entre muitas outras&period; Para quem não sabe&comma; na cidade também nasceu um dos maiores saxofonistas do nosso país&period; Dulcilando Pereira começou a aprender música na Sociedade Musical Nova Aurora e além de músico&comma; foi um grande pesquisador da área&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Falar sobre música e não citar as Sociedades Musicais e bandas de Macaé&comma; seria uma gafe enorme&period; As bandas Nova Aurora&comma; de 1873 e a Lyra dos Conspiradores&comma; de 1882&comma; foram os dois maiores referenciais de toda a tradição da cidade de Macaé&period; Em outras localidades também tinham os seus representantes como a Banda Furiosa de Glicério e a Inconfidencia do Sana&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Este foi um breve &OpenCurlyQuote;passeio’ pela cultura do município de Macaé&comma; onde podemos verificar a abrangência e importância de nomes que levaram a cultura macaense para esferas maiores&period; Muitos outros nomes fizeram parte desta história e em apenas algumas linhas não seria possível apresentá-los&comma; mas eles estão marcados para sempre nesta<&sol;p>&NewLine;<p>incrível trajetória que continua a ser contada através de pessoas e de iniciativas que representam muito bem a cultura macaense&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Mariana Abrantes<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;caderno-d&sol;a-cultura-em-macae" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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