X

Aprovação do novo Marco Legal do Hidrogênio no Congresso anima a região

<p>Aprovado no Congresso Nacional na última quarta-feira&comma; 11&comma; o novo Marco Legal do Hidrogênio &lpar;H2&rpar; foi muito comemorado na região que é um dos mais importantes polos energéticos do Estado do Rio e até do país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A aprovação do Marco Legal do Hidrogênio no Brasil apresenta um avanço fundamental nas regras e diretrizes para o mercado&comma; com definições importantes e um olhar para incentivos que devem ser saudados&period; A Federação entende que aprovação do texto pelo Congresso Nacional cria um ambiente de segurança jurídica propício à atração de investimentos e realização de novos projetos industriais&comma; estabelecendo regras claras e mecanismos que estimulem o uso do hidrogênio e toda sua cadeia de valor”&comma; afirma a Federação das Indústrias do Estado do Rio &lpar;Firjan&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nessa semana&comma; a Firjan ressalta que mais da metade dos 636 milhões de reais em investimentos previstos para pesquisa e desenvolvimento de tecnologia relacionadas ao hidrogênio no Brasil está no Estado do Rio&comma; que concentra 14 dos 46 projetos nessa área em todo o país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a entidade&comma; além dos 14 projetos que somariam mais de 318 milhões de reais nessa área&comma; o Estado tem potencial de investimentos na casa dos 40 bilhões de reais em projeto desenvolvidos a partir do uso do hidrogênio&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Apontado como o combustível do futuro&comma; graças à possibilidade de ter uma baixa emissão de carbono&comma; o hidrogênio é peça fundamental para a transição energética em todo o mundo”&comma; avaliou a Firjan&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os dados fazem parte do &OpenCurlyDoubleQuote;Mapa Estratégico do Hidrogênio para o Rio de Janeiro”&comma; levantamento da Firjan que reforça a importância do Estado como potencial produtor do combustível&comma; já que é o maior produtor de gás natural do país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O Rio é o maior produtor de gás natural&comma; e possui projetos para expandir as fronteiras de produção de energias renováveis&comma; com a implantação de eólicas offshore ao longo da costa&comma; entre outras fontes de energia”&comma; acrescenta a Firjan&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre esses projetos&comma; destacam-se as usinas de fertilizantes de Macaé&comma; já que o hidrogênio é utilizado como insumo na fabricação&comma; e uma parceria entre a Eletrobras e a Prumo&comma; controladora do Porto do Açu&comma; em São João da barra&comma; visando a implantação de projetos com foco em produção de hidrogênio e seus derivados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A iniciativa privada está comprometida com o desenvolvimento desses projetos&comma; do mesmo modo que a Firjan se concentra na formação de mão de obra para atender esse novo mercado&period; A Federação também já vem contribuindo com o desenvolvimento de tecnologias&comma; por meio da nossa rede de institutos de tecnologia e inovação&comma; com projetos de pesquisa focados em multiplicar o potencial do hidrogênio”&comma; disse o presidente da Firjan Norte Fluminense&comma; Francisco Roberto de Siqueira&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para o diretor de Desenvolvimento de Novos Negócios da Prumo&comma; Mauro Andrade&comma; a parceria com a Eletrobras é um importante passo para a consolidação do Porto do Açu como plataforma para a transição energética no país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A evolução do Porto do Açu como local para a instalação de um &OpenCurlyQuote;hub’ de hidrogênio de baixo carbono ganha força com a recente emissão da licença ambiental &lpar;LP&rpar; para projetos de hidrogênio renovável &lpar;H2R&rpar;&comma; amônia e e-combustíveis em uma área de 1 milhão de metros quadrados &lpar;m²&rpar;&period; E o acordo com a Eletrobras&comma; a maior empresa de energia elétrica no país&comma; contribui tanto para uma matriz energética ainda mais renovável&comma; como para o desenvolvimento industrial em larga escala de hidrogênio verde no Brasil&period; As duas empresas estão comprometidas com a estratégia de contribuir para a descarbonização da economia e a segurança energética”&comma; explicou Mauro Andrade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O &OpenCurlyDoubleQuote;Mapa Estratégico do Hidrogênio para o Rio de Janeiro” aponta ainda os desafios e as oportunidades para o pleno desenvolvimento do mercado de hidrogênio no país&comma; que precisa de regulação e legislação adequadas&comma; como lembra a gerente geral de Petróleo&comma; Gás&comma; Energias e Naval da Firjan&comma; Karine Fragoso&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ela&comma; para estimular a demanda por hidrogênio é necessário aumentar a oferta&comma; assim como melhorar o desenvolvimento tecnológico e estabelecer regras propícias para possibilitar negócios&comma; aumentando assim a competitividade do preço frente a outras soluções&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Também há questões como certificação e normatização&comma; armazenamento&comma; segurança e transporte”&comma; complementa Karine Fragoso&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Firjan destaca ainda que&comma; entre as oportunidades&comma; estão a ampliação de fontes de energia no país&comma; a descarbonização&comma; o desenvolvimento tecnológico e a exportação do hidrogênio&comma; além de atender o mercado interno de fertilizantes&comma; produção de amônia&comma; de combustíveis sintéticos e SAFs &lpar;combustível sustentável de aviação&rpar;&comma; entre outras aplicações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar de toda a expectativa&comma; o Projeto de Lei 2&period;308&comma; de 2023 &lpar;PL2308&sol;23&rpar;&comma; que trata do Marco Legal do Hidrogênio&comma; ainda será enviado para apreciação do presidente Lula &lpar;PT-SP&rpar;&comma; que pode sancionar ou vetar a matéria&comma; inteira ou parcialmente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além disso&comma; a Firjan entende que&comma; mesmo com a sanção presidencial&comma; a nova lei precisa ser aprofundada ao estabelecer os limites do hidrogênio para ser considerado de baixa emissão de carbono&comma; seja ele usado como combustível ou como insumo industrial&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Apesar de o valor estar fixado em lei&comma; cabe ressaltar que é preciso aprofundar a análise da quantidade de quilogramas &lpar;kg&rpar; de dióxido de carbono &lpar;CO2&rpar; equivalente por quilograma &lpar;kg&rpar; de hidrogênio &lpar;H2&rpar;&comma; medida que contempla a análise do ciclo de vida no que diz respeito às emissões de gases de efeito estufa”&comma; pondera a Firjan&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;cidades&sol;aprovacao-do-novo-marco-legal-do-hidrogenio-no-congresso-anima-a-regiao" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

Leave a Comment