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Deputado estadual é preso em desdobramento de investigação da PF sobre licitações

<p>A Polícia Federal &lpar;PF&rpar; prendeu na manhã desta terça-feira &lpar;5&rpar; o deputado estadual Thiago Rangel &lpar;Avante&rpar;&period; A prisão é um desdobramento da 4ª fase da operação Unha e Carne&comma; que tem como objetivo desarticular uma organização criminosa voltada a prática de fraudes em compras e aquisições de serviços no âmbito da Secretaria de Educação do Estado do Rio de Janeiro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A PF informou também que nesta fase estão sendo cumpridos 7 mandados de prisão e 23 de busca e apreensão na capital carioca e também em cidades fluminenses como Campos&comma; Miracema e Bom Jesus do Itabapoana&period; As ordens judiciais foram expedidas pelo Supremo Tribunal Federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com as investigações&comma; foi revelado um possível esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais para empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa investigada&period; Ainda segundo a PF&comma; os investigados poderão responder por peculato&comma; por fraude à licitação e por lavagem de dinheiro&comma; sem prejuízo de eventuais outros delitos que possam surgir no decorrer da investigação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As investigações tiveram início após a análise de mídias apreendidas na primeira fase da ação&period; Na época&comma; o objetivo era reprimir o vazamento de informações sigilosas por parte de agentes públicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Como desdobramento das investigações&comma; foi revelado um esquema de direcionamento das contratações realizadas por escolas estaduais vinculadas à Diretoria Regional Noroeste da Seeduc &lpar;Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro&rpar;&comma; classificada como uma "zona de influência politica do parlamentar que é alvo da operação de hoje &lpar;5&rpar;&comma; para empresas previamente selecionadas e vinculadas à organização criminosa investigada&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A polícia ainda descobriu que após receberem os recursos públicos&comma; os sócios ou procuradores faziam saques&period; Na sequência&comma; esses mesmos faziam depósitos ou transferências bancárias para empresas diretamente ligadas a membros do grupo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As investigações apontam que os valores desviados eram misturados com recursos de origem lícita em contas bancárias de uma rede de postos de combustíveis administrada pelo líder da organização&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;cidades&sol;deputado-estadual-e-preso-em-desdobramento-de-investigacao-da-pf-sobre-licitacoes" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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