X

Relatórios do Ibama e da PF apontam fraude ambiental da Petrobras na Bacia de Campos

<p><em>Dados fornecidos pela estatal são apontados como fraudulento&period; A estimativa é de um volume em quase 2 mil&percnt; a mais de graxa e óleo jogado no oceano&period; <&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>Parecer técnico 43&sol;2017 do Ibama revela que a Petrobras subvalia a quantidade de óleo e graxa despejados no oceano&period; A estimativa é que a estatal deposita os produtos em até 1&period;925&percnt; a mais do que de feto declara a estatal&period; A origem da contaminação é das plataformas da Bacia de Campos&comma; como a P-51&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os relatórios técnicos do Ibama e da Polícia Federal foram divulgados pelo O GLOBO por meio da lei de acesso à informação&period; Segundo os pareceres&comma; a Petrobras forneceu dados falsos para a análise de contaminação de águas&comma; fraudando o impacto ambiental provocado diante suas atividades de exploração das chamadas operações offshore&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O Ibama aponta que&comma; como a cifra é falsa&comma; ela está em desacordo com a resolução do Conselho Nacional do Meio Ambiente &lpar;Conama&rpar;&comma; órgão que estabelece o padrão de concentração de poluentes que pode existir na água descartada nos oceanos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No relatório de junho de 2017 o texto diz claramente que &OpenCurlyDoubleQuote;a totalidade dos resultados reais apresentou valores bem acima do limite máximo diário permitido&comma; chegando o resultado real a ser 1&period;925&percnt; maior do que o resultado falso informado&period;”<&sol;p>&NewLine;<p>O mesmo relatório é apontado um grande quantidade de óleo que não aparece &OpenCurlyDoubleQuote;nos valores sub-informados” pela petroleira&period; Isso&comma; ainda segundo o documento&comma; está causando &OpenCurlyDoubleQuote;inúmeros episódios de manchas de óleo no mar para ampla gama de plataformas que chegam a atingir dezenas de quilômetros”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Uma imagem de satélite que ilustra o relatório mostra que só a zona contaminada pela P-51 alcança 33&comma;3 quilômetros&comma; quase três vezes a Ponte Rio-Niterói&period; A legislação brasileira permite que haja uma área de até 500 metros a partir do ponto de descarte&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Investigações<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Segundo O GLOBO&comma; as informações foram levantadas durante a operação &OpenCurlyDoubleQuote;Ouro Negro”&comma; deflagrada pelo Ministério Público do Trabalho no início de 2017&period; O objetivo era detectar irregularidades nas condições de trabalho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>O jornal ressaltou ainda que a &OpenCurlyDoubleQuote;Ouro Negro” resultou em cinco autos de infração aplicados pelo Ibama à Petrobras&period; O valor total é de aproximadamente R&dollar; 15&comma;5 milhões&period; A petroleira recorreu em quatro deles&period; No mais alto&comma; porém&comma; de R&dollar; 14&comma;2 milhões&comma; a empresa não apresentou recurso e não há registros de pagamento junto ao Ibama&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>Agora&comma; ainda segundo O GLOBO&comma; as informações obtidas são alvo de uma investigação em andamento no Ministério Público Federal&comma; no Rio de Janeiro&period; A condução do caso é pela procuradora Solange Maria Braga&period; O foco é nas irregularidades ambientais&period; Até o momento não houve apresentação de acusação formal&comma; neste caso&comma; a denúncia&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Outro lado<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A Petrobras respondeu ao O GLOBO&period; A argumentação é que a Petrobras usa o mesmo método de medição do teor de óleo e graxa &lpar;TOG&rpar; na água produzida desde 1986&comma; sempre chancelado pelo órgão ambiental&comma; e que o Ibama mudou seu entendimento sobre como as análises devem ser feitas apenas em 2015&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A estatal ainda reforçou&comma; em nota&comma; que negocia há seis meses um termo de compromisso com o órgão para se adequar às novas regras&period; O documento tem previsão de assinatura para as próximas semanas e envolverá não só a P-51&comma; mas cerca de 30 plataformas da Bacia de Campos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Da redação<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;cidades&sol;relatorios-do-ibama-e-da-pf-apontam-fraude-ambiental-da-petrobras-na-bacia-de-campos" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

Leave a Comment