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Dino trava julgamento dos royalties no STF

Legenda

<h3><strong><em>Pedido de vista do ministro adia decisão sobre redistribuição do petróleo e mantém tensão entre estados produtores e não produtores<&sol;em><&sol;strong><&sol;h3>&NewLine;<p>O ministro Flávio Dino suspendeu nesta quinta-feira &lpar;7&rpar; o julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre a constitucionalidade da Lei dos Royalties do Petróleo&period; O pedido de vista interrompeu a análise que pode redefinir a divisão de bilhões de reais entre estados e municípios produtores e não produtores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O caso discute a validade da Lei 12&period;734&sol;2012&comma; aprovada pelo Congresso Nacional para ampliar a participação de estados sem produção de petróleo na divisão dos royalties e participações especiais&period; A norma está suspensa desde 2013 por decisão liminar do próprio STF&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com o pedido de vista&comma; o julgamento fica sem prazo imediato para ser retomado&period; Na prática&comma; permanece valendo o modelo atual de distribuição&comma; considerado vital para as finanças de cidades produtoras do Rio de Janeiro e do Espírito Santo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A decisão mantém a mobilização política de prefeitos e parlamentares fluminenses&comma; que nas últimas semanas intensificaram articulações em Brasília e na Assembleia Legislativa do Rio&period; O temor é de que uma eventual mudança provoque perdas bilionárias para municípios altamente dependentes da receita do petróleo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Cidades como Macaé&comma; Campos dos Goytacazes e Búzios acompanham o julgamento como uma das principais pautas econômicas do ano&period; Prefeitos da Região dos Lagos e do Norte Fluminense afirmam que a redistribuição pode comprometer investimentos em saúde&comma; educação&comma; infraestrutura e folha de pagamento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Defensores da lei argumentam que a exploração do petróleo é uma riqueza nacional e que os recursos devem ser repartidos de forma mais ampla entre os estados brasileiros&period; Já representantes dos estados produtores sustentam que os royalties funcionam como compensação pelos impactos ambientais&comma; urbanos e sociais da atividade petrolífera&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O julgamento no STF envolve ações apresentadas pelo governo do Rio de Janeiro e por entidades ligadas aos municípios produtores&period; A expectativa era de que a Corte retomasse uma discussão congelada havia mais de uma década&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com a interrupção determinada por Dino&comma; o tema segue sem definição e mantém em aberto uma disputa que movimenta interesses políticos e econômicos em todo o país&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;economia&sol;dino-trava-julgamento-dos-royalties-no-stf" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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