X

Royalties vão a julgamento nesta quarta e expõem risco fiscal no RJ

<p><em>STF decide lei que redistribui receitas do petróleo após 13 anos&semi; prefeitos&comma; governo e indústria divergem sobre perdas e pacto federativo<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p><img class&equals;"size-medium wp-image-139471 alignleft" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2026&sol;05&sol;Petro-2-300x191&period;png" alt&equals;"" width&equals;"300" height&equals;"191" &sol;><&sol;p>&NewLine;<p>O Supremo Tribunal Federal julga nesta quarta-feira &lpar;6&rpar; a lei que pode redesenhar a distribuição dos royalties do petróleo no país&period; Em análise está a Lei 12&period;734&sol;2012&comma; contestada por estados produtores que apontam impacto direto nas contas públicas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após 13 anos suspensa por liminar da ministra Cármen Lúcia&comma; a norma volta ao plenário com potencial de reduzir receitas de estados como o Rio de Janeiro&comma; responsável por cerca de 86&percnt; da produção nacional&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Prefeitos falam em colapso local<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"attachment&lowbar;139460" style&equals;"width&colon; 310px" class&equals;"wp-caption alignright"><img aria-describedby&equals;"caption-attachment-139460" class&equals;"size-medium wp-image-139460" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2026&sol;05&sol;01-Vans-RO-PT-Reproducao-300x225&period;jpg" alt&equals;"" width&equals;"300" height&equals;"225" &sol;><p id&equals;"caption-attachment-139460" class&equals;"wp-caption-text">Carlos Augusto e Welberth Rezende<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p>A pressão política saiu do interior e chegou à capital&period; Prefeitos da Região dos Lagos e do Norte Fluminense passaram a atuar em bloco para tentar influenciar o julgamento&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O prefeito de Rio das Ostras&comma; Carlos Augusto&comma; adotou o tom mais direto&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Não é discussão técnica distante da realidade&period; É o posto de saúde&comma; a escola&comma; o serviço que pode parar&period; Sem royalties&comma; muitas cidades não se sustentam”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em Macaé&comma; onde o orçamento também depende fortemente da renda do petróleo&comma; o prefeito Welberth Rezende tem reforçado o discurso de cautela&period; &OpenCurlyDoubleQuote;A gente precisa de previsibilidade&period; A mudança compromete planejamento&comma; investimento e serviço básico”&comma; disse em agendas recentes sobre o tema&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Governo trata decisão como risco estrutural<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>No plano estadual&comma; o governador em exercício&comma; Ricardo Couto&comma; levou a discussão a Brasília&period; O argumento central é o impacto sistêmico da eventual perda de receitas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não estamos falando de ajuste pontual&period; É uma mudança estrutural na receita do estado&period; Isso afeta desde investimento até a manutenção da máquina pública”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dados internos do governo indicam que royalties e participações especiais representam até 30&percnt; da arrecadação estadual&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Indústria aponta distorção na conta<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>O setor produtivo também entrou no debate&period; Para o presidente da Firjan&comma; Luiz Césio Caetano&comma; a redistribuição ignora mecanismos já existentes de partilha&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"attachment&lowbar;139476" style&equals;"width&colon; 310px" class&equals;"wp-caption alignleft"><img aria-describedby&equals;"caption-attachment-139476" class&equals;"size-medium wp-image-139476" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2026&sol;05&sol;Luiz-Cesio-Caetano-Firjan-300x179&period;jpg" alt&equals;"" width&equals;"300" height&equals;"179" &sol;><p id&equals;"caption-attachment-139476" class&equals;"wp-caption-text">Luiz Césio Caetano<&sol;p><&sol;div>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O Rio já distribui riqueza quando o ICMS é cobrado no destino&period; São bilhões que deixam de ficar aqui&period; Retirar royalties agora é criar um desequilíbrio ainda maior”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo ele&comma; esse modelo faz com que o estado transfira cerca de R&dollar; 64 bilhões por ano para outras unidades da federação por meio da tributação sobre combustíveis&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>O que está em julgamento<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>No centro da disputa está a ADI 4917&comma; que questiona a constitucionalidade da lei de 2012&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A norma amplia a participação de estados e municípios não produtores&period; Se validada&comma; reduz a fatia dos produtores e altera o modelo atual&comma; baseado na compensação por impactos locais da exploração&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Hoje&comma; produtores concentram cerca de 61&percnt; dos royalties&period; Com a nova regra&comma; essa participação pode cair para cerca de 26&percnt;&period; Já o fundo destinado a não produtores pode ultrapassar 50&percnt;&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Especialistas divergem sobre modelo<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>Para o procurador Cláudio Madureira&comma; especialista em recursos naturais&comma; a mudança altera a lógica do sistema&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Royalties não são receita livre&period; São compensação por impacto&period; Se você retira isso&comma; transfere o custo da atividade para áreas como saúde e educação”&comma; afirmou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já o economista Sergio Gobetti&comma; do Ipea&comma; vê espaço para revisão&period; &OpenCurlyDoubleQuote;O volume de recursos mudou muito desde os anos 1990&period; A discussão sobre redistribuição é legítima&comma; desde que preserve algum critério de proporcionalidade”&comma; disse&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Julgamento pode não terminar nesta quarta<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>A sessão contará com ao menos 17 participantes&comma; entre estados&comma; entidades e instituições&period; A tendência é de análise prolongada&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ministros devem avaliar&comma; além da ação principal&comma; outros processos sobre o mesmo tema&comma; o que amplia a complexidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Decisão com efeito direto na ponta<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><img class&equals;"size-medium wp-image-45846 alignright" src&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;wp-content&sol;uploads&sol;2019&sol;01&sol;plataforma&lowbar;de&lowbar;petroleo&lowbar;0-300x200&period;jpg" alt&equals;"" width&equals;"300" height&equals;"200" &sol;><&sol;p>&NewLine;<p>Para municípios dependentes do petróleo&comma; o julgamento não é abstrato&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Se perder receita&comma; não tem mágica&period; Ou corta serviço ou paralisa investimento”&comma; resumiu Carlos Augusto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A decisão do STF pode redefinir o fluxo de bilhões no país e reposicionar o papel dos royalties&colon; compensação local ou instrumento de redistribuição federativa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;economia&sol;royalties-vao-a-julgamento-nesta-quarta-e-expoem-risco-fiscal-no-rj" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

Leave a Comment