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Gilmar sinaliza saída negociada para disputa dos royalties no STF

<p><em>Ministro defende atuação conjunta entre Judiciário&comma; Congresso e governo e aponta distorções no modelo atual de distribuição<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>O ministro Gilmar Mendes indicou nesta quarta-feira &lpar;6&rpar; que a solução para a disputa sobre os royalties do petróleo no Supremo Tribunal Federal pode depender de articulação entre Judiciário&comma; Congresso Nacional e governo federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A declaração foi dada ao jornal O Estado de S&period; Paulo após a primeira sessão do julgamento que discute o modelo de distribuição dos royalties entre estados e municípios produtores e não produtores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Precisamos refletir com todo o cuidado&comma; e muito provavelmente teremos de fazer um modelo de jurisdição colaborativa&comma; porque isto vai envolver também o Executivo e o Legislativo”&comma; afirmou o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Gilmar também reconheceu distorções no sistema atual e disse que parte dos municípios pode estar recebendo menos recursos do que deveria&period; &OpenCurlyDoubleQuote;Há municípios que estão recebendo menos e poderiam estar recebendo mais”&comma; declarou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O STF analisa cinco ações que questionam a constitucionalidade da Lei 12&period;734&sol;2012&comma; que amplia a participação de estados e municípios não produtores nos royalties do petróleo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A sessão desta quarta-feira foi dedicada à leitura do relatório pela ministra Cármen Lúcia e às sustentações orais de advogados&comma; governadores&comma; entidades e representantes de estados envolvidos no processo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O julgamento foi suspenso e será retomado nesta quinta-feira &lpar;7&rpar;&comma; quando Cármen Lúcia deve apresentar seu voto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A disputa mobiliza especialmente o Rio de Janeiro&comma; principal estado produtor do país&period; Prefeitos e o governo fluminense afirmam que uma eventual redistribuição pode provocar perdas bilionárias e comprometer serviços públicos em cidades dependentes da receita do petróleo&comma; como Macaé e Rio das Ostras&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p><em>Foto do Ministro Gilmar Mendes - Andressa Anholete&sol;STF<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;geral&sol;brasil-e-mundo&sol;gilmar-sinaliza-saida-negociada-para-disputa-dos-royalties-no-stf" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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