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MPRJ ajuíza ação de improbidade contra Pezão pelo recebimento de mais de R$ 11 milhões da Fetranspor

<p>O dinheiro recebido era para defender os interesses da entidade sindical durante a gestão de governo<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro &lpar;MPRJ&rpar;&comma; por meio do Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção &lpar;GAECC&sol;MPRJ&rpar;&comma; ajuizou ação civil pública &lpar;ACP&rpar;&comma; com pedido de indisponibilidade de bens e distribuída junto à 3ª Vara de Fazenda Pública da Capital&comma; para responsabilizar o ex-governador Luiz Fernando Pezão&comma; a Fetranspor e outros três acusados por improbidade administrativa&period; De acordo com a inicial&comma; o ex-governador recebeu da Fetranspor R&dollar; 11&period;400&period;000&comma;00 para defender os interesses da entidade sindical em seu governo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As investigações mostram que&comma; após a saída de Sérgio Cabral do governo&comma; Pezão assumiu o cargo e a liderança da organização criminosa&comma; mantendo o seu funcionamento&period; E dentre as empresas que pagavam propina ao Poder Executivo durante o governo Cabral&comma; destacava-se a Fetranspor que&comma; por ordem do ex-dirigente José Carlos Lavouras&comma; também réu na ACP&comma; manteve a rotina de pagamentos de vantagens ilícitas após Pezão assumir&period; Pezão indicou Luiz Carlos Vidal Barroso e Hudson Braga para operacionalizar o recolhimento de propinas de empresários corruptores&comma; e posterior distribuição&period; Todos são réus na ação civil pública&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na inicial&comma; pede o MPRJ a perda dos valores recebidos ilicitamente e pagamento de multas&comma; entre outras sanções&comma; a serem revertidos ao erário fluminense&period; No caso de Pezão&comma; é pedido o arresto de R&dollar; 45&period;600&period;000&comma;00&comma; equivalentes ao valor acrescido ilicitamente ao seu patrimônio e de multa no valor de R&dollar; 34&period;200&period;000&comma;00&comma; equivalente ao triplo do acréscimo patrimonial&comma; na forma do artigo 12&comma; I da Lei de Improbidade Administrativa &lpar;8&period;449&sol;92&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação à Fetranspor&comma; é solicitado pagamento de R&dollar; 34&period;200&period;000&comma;00&comma; multa equivalente ao triplo do acréscimo patrimonial ilícito do agente público nos atos de improbidade administrativa dos quais participou&comma; mesma multa a ser aplicada a Lavouras&period; No caso de Luiz Carlos&comma; o MPRJ pede a aplicação de multa de R&dollar; 27&period;900&period;000&comma;00&comma; relativo ao triplo do acréscimo patrimonial ilícito do agente público nos atos de improbidade dos quais participou&period; Já Hudson Braga deve pagar multa no montante de R&dollar; 6&period;300&period;000&comma;00 pelo mesmo motivo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Requer também o MPRJ a condenação dos quatro acusados às penas previstas no artigo 12&comma; incisos I e III&comma; da Lei de Improbidade Administrativa&comma; como perda da função pública&comma; suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos e proibição de contratar com o Poder Público&comma; ainda que por intermédio de pessoa jurídica da qual seja sócio majoritário&comma; pelo prazo de dez anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em relação à Fetranspor&comma; pede o Parquet&comma; com base nas Leis n&period; 8&period;429&sol;92 &lpar;Lei de Improbidade Administrativa&rpar; e n&period; 12&period;846&sol;2013 &lpar;Lei Anticorrupção Empresarial&rpar; proibição de contratação com o Poder Público&comma; e a proibição de receber incentivos&comma; subsídios&comma; subvenções&comma; doações ou empréstimos de órgãos ou entidades públicas e de instituições financeiras públicas ou controladas pelo poder público&comma; de um a cinco anos&period; A dissolução compulsória da entidade é pedida entendendo o MPRJ que a Fetranspor foi utilizada para facilitar ou promover a prática de atos que corromperam agentes públicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Tânia Garabini<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;geral&sol;mprj-ajuiza-acao-de-improbidade-contra-pezao-pelo-recebimento-de-mais-de-r-11-milhoes-da-fetranspor" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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