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Acusados da execução de Marielle e Anderson são presos nesta madrugada no Rio de Janeiro

RJ - VIOLÊNCIA/RIO/MARIELLE FRANCO/ASSASSINATO - GERAL - Marcas de bala no carro onde estava a vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) morta na noite de ontem, 14, no bairro do Estácio, centro do Rio de Janeiro. O carro está em posse da Divisão de Homicídios, na Barra da Tijuca, zona oeste da cidade. A polícia trabalha com a suspeita de execução. O Secretário de Estado de Segurança, Richard Nunes, informou, em nota, que determinou à Divisão de Homicídios ampla investigação sobre os assassinatos de Marielle e do motorista Anderson Pedro Gomes, morto também no ataque. O secretário disse que acompanha as investigações com o chefe de Polícia Civil, Rivaldo Barbosa, desde que soube do crime. 15/03/2018 - Foto: CONSTANçA REZENDE/ESTADÃO CONTEÚDO

<p><em>Carro onde estava a vereadora do Rio&comma; Marielle Franco &lpar;PSOL&rpar;&comma; seu motorista Anderson Gomes&comma; e sua assessora&comma; Fernanda Chaves&comma; foi alvejado por tiros na noite do dia 14 de março de 2018&comma; crime apontado como execução pela promotoria<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>A Delegacia de Homicídios &lpar;DH&rpar; da Capital e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado &lpar;GAECO&rpar;&comma; do Ministério Público do Estado do Rio &lpar;MP-RJ&rpar; prenderam na madrugada desta terça-feira&comma; 12&comma; o sargento reformado da Polícia Militar &lpar;PM&rpar;&comma; Ronnie Lessa&comma; de 48 anos&comma; e o ex-PM&comma; Elcio Vieira de Queiroz&comma; de 46 anos&comma; por envolvimento na execução da vereadora Marielle Franco &lpar;PSOL&rpar; e do motorista Anderson Gomes&comma; ocorrido em 14 de março de 2018&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os 2 tiveram a prisão preventiva decretada pelo juiz substituto do 4º Tribunal do Júri Gustavo Kalil&comma; após denúncia das promotoras Simone Sibilio e Leticia Emile&comma; que relataram que o crime foi &OpenCurlyDoubleQuote;meticulosamente” planejado 3 meses antes&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda de acordo com denúncias do MP-RJ&comma; Lessa teria atirado nas vítimas&comma; e Elcio&comma; que foi expulso da corporação&comma; era quem dirigia o Cobalt prata usado na emboscada que executou a vereadora e seu motorista quando eles saíam de um evento no centro do Rio&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além das prisões&comma; a operação busca cumprir mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados para apreender documentos&comma; telefones celulares&comma; notebooks&comma; computadores&comma; armas&comma; acessórios&comma; munições e outros objetos&comma; que eventualmente&comma; possam levar aos mandantes do crime&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Lessa e Elcio foram denunciados pela execução de Marielle e Anderson e também pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves&comma; assessora da vereadora que sobreviveu ao ataque&comma; em ação batizada de Operação Buraco do Lume&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O nome faz referência ao local no Centro de mesmo nome&comma; na Rua São José&comma; onde Marielle prestava contas à população sobre medidas tomadas em seu mandato&comma; e onde desenvolvia também o projeto Lume Feminista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As promotoras pedem ainda a suspensão da remuneração e do porte de arma de fogo de Lessa&comma; além de requererem uma indenização por danos morais aos familiares das vítimas e a fixação de pensão em favor do filho menor de Anderson até que este complete 24 anos de idade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É inconteste que Marielle Francisco da Silva foi sumariamente executada em razão da atuação política na defesa das causas que defendia&period; A barbárie praticada na noite de 14 de março de 2018 foi um golpe ao Estado Democrático de Direito”&comma; relataram as promotoras do caso&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com informações divulgadas pelo jornal O Globo&comma; a polícia e o GAECO chegaram às 4h desta terça-feira às casas dos investigados&period; O policial Lessa mora no condomínio de Vivendas da Barra&comma; na Avenida Lúcio Costa&comma; 3&period;100&comma; por coincidência&comma; o mesmo do presidente Jair Bolsonaro &lpar;PSL&rpar;&comma; mas segundo a reportagem&comma; não há nenhuma ligação entre os 2 a não ser o fato de serem vizinhos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A principal prova colhida pelos investigadores saiu da quebra do sigilo dos dados digitais de Ronnie Lessa&comma; quando os investigadores comprovaram&comma; ao verificar os arquivos acessados por ele pelo celular&comma; antes do crime&comma; armazenados na &OpenCurlyDoubleQuote;nuvem” que eles descobriram que o suspeito monitorava a agenda de eventos que Marielle participava&period; Para a polícia&comma; é um indício de que a vereadora&comma; que participou de pelo menos uma das agendas pesquisas pelo suspeito&comma; estava tendo seus passos rastreados&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;policia&sol;acusados-da-execucao-de-marielle-e-anderson-sao-presos-nesta-madrugada-no-rio-de-janeiro" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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