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Bairro de Rio das Ostras vive noites de terror com várias mulheres assediadas

<p>Uma denúncia feita por uma moradora do Jardim Mariléa&comma; em Rio das Ostras&comma; na manhã dessa quarta-feira&comma; 29&comma; vem repercutindo na cidade&comma; chegando até mesmo a ser tema de uma explanação na sessão da Câmara Municipal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A denúncia partiu de uma mãe&comma; chamada Yasmim&comma; moradora do bairro&comma; que relatou ter sido assediada por um homem conduzindo uma motocicleta vermelha&comma; que teria chegado&comma; inclusive&comma; a assediar também sua filha&comma; de 12 anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Hoje &lpar;29&rpar; eu vim aqui&comma; não para contar uma coisa muito legal&comma; mas necessária&comma; que fique de alerta para as pessoas&period; Ontem &lpar;terça&comma; 28&rpar; eu e minha filha saímos da capoeira&comma; na praça ali do Mariléa&comma; por volta das 20h20&comma; 20h30&semi; não sei muito bem o horário que era&period; A gente estava passando quase em frente ali a creche&comma; na Rua Bom Jardim&comma; na Creche Espaço Feliz&comma; que acho que hoje nem tem esse nome mais&comma; né&comma; é outro nome&period; E um cara numa moto vermelha passou muito perto da gente&comma; passou a mão na nossa bunda&semi; passou a mão na minha&comma; depois passou a mão na minha filha&period; A minha filha tem 12 anos”&comma; relatou Yasmim&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Publicado nas redes sociais&comma; o vídeo com o relato da moradora rapidamente alcançou outras pessoas&comma; trazendo à tona que o crime do qual ela e sua filha foram vítimas não foi um caso isolado&comma; encontrado eco nas vozes de outros moradores do Jardim Mariléa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;E não fez só com a gente&period; Depois a gente descobriu que esse cara&comma; ele fez com mais 4 meninas&comma; 4 mulheres&comma; e foi aqui pelo Mariléa&period; Comigo e com a minha filha&comma; acho que deu umas 5 mulheres que ele fez isso ontem &lpar;28&rpar;&period; Uma&comma; inclusive&comma; chegou a cair da bicicleta&comma; se machucou&period; Vou atrás&comma; daqui a pouquinho&comma; das imagens&comma; porque&comma; como foi perto de uma creche&comma; creio eu que tem a câmera&semi; eu não tenho certeza&comma; tem a câmera ali para a rua&comma; eu sei que tem uma casa do lado que tem uma câmera&period; Eu vou ver se eu consigo&comma; pelo menos&period; Ele estava de capacete&comma; então não deu para ver o rosto da pessoa&period; Mas se eu conseguir pelo menos a placa&comma; né&comma; da moto&comma; a gente já consegue identificar”&comma; afirmou Yasmim&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nos stories de sua conta no Instagram&comma; a mãe recebeu apoio&comma; compartilhando outros relatos de casos semelhantes&comma; como o que aconteceu com a mãe de Ruan&comma; a cerca de 900 metros do local onde Yasmim foi assediada com a filha&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Minha mãe sofreu uma tentativa de abuso e acabou se machucando ao tentar se defender na rua da nossa casa&comma; por volta das 21h&period; Rua Paraíba do Sul&comma; Jardim Mariléa&period; Isso ocorreu perto da Rua Macaé&comma; que corta o bairro&comma; e que foi pela rua que o verme fugiu de moto”&comma; contou Ruan&comma; em story compartilhado por Yasmim&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em outro story&comma; mais um relato&comma; de outro morador&comma; por volta das 22h&comma; mostrava que o criminoso continuava agindo&comma; assediando mulheres nas ruas do bairro&comma; sempre usando o mesmo &OpenCurlyDoubleQuote;modus operandi”&comma; se aproximando e fugindo rapidamente de moto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Cara&comma; um cara de moto assediou a irmã de um amigo e mais uma amiga dela no Mariléa também&period; E fez a mesma coisa&comma; fugiu de moto&period; Isso hoje &lpar;28&rpar;&comma; agora há pouco&period; Vi de novo os vídeos que &OpenCurlyQuote;tu postou’&period; Ele fez tudo isso na frente da filha dela&period; Assediou as duas&period; Chegou a tocar mesmo”&comma; contou Ricardo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Imagens de câmeras de segurança do bairro&comma; compartilhadas nas redes sociais pelas vítimas&comma; mostram alguns desses ataques que vêm transformando as ruas do Jardim Mariléa em verdadeiros filmes de terror&comma; especialmente para as mulheres&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em um deles&comma; é possível ver uma mulher chegando em casa de bicicleta quando um homem de moto se aproxima&comma; fazendo com que ela tivesse que correr para dentro de casa enquanto o criminoso foge rapidamente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A repercussão do caso saiu das redes sociais e chegou até a Câmara Municipal&comma; onde o vereador Rapha Ulrick &lpar;PP&rpar; falou sobre o drama de Yasmim e das mulheres do Mariléa&comma; afirmando ter entrado em contato com a Polícia Militar&comma; a Polícia Civil e a Patrulha Maria da Penha&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Temos que reforçar o patrulhamento ali naquela área do Mariléa&comma; naquela praça ali que também tem sido um ponto frequente de uso de drogas&semi; as pessoas têm medo de frequentar&comma; e é um ponto tão importante da nossa cidade&comma; que também tem que ser revitalizado&comma; tem que ser melhorado&comma; tem que ter uma iluminação ali também&comma; para aumentar essa segurança&period; Eu tenho irmã&comma; tenho mãe&comma; tenho amigas&comma; e ontem &lpar;28&rpar; uma criança de 12 anos foi assediada ao lado da mãe&comma; que também foi assediada por um cara numa moto que se evadiu pela Rua Macaé”&comma; cobrou o vereador&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na sequência de publicações&comma; Yasmim chega a mostrar o Boletim de Ocorrência &lpar;BO&rpar;&comma; registrado na manhã dessa quarta-feira&comma; mas segundo ela contou&comma; ao sair da 128ª Delegacia de Polícia Civil &lpar;128ª DP&rpar;&comma; o caso ainda parece longe de ter uma solução&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Então&comma; eles não podem fazer muita coisa porque não tem aparência da pessoa&comma; não tem a placa&comma; mas eu peço para você&comma; que é da Rua Bom Jardim&comma; perto da Creche Espaço Feliz&comma; alguém ali perto&comma; se tiver câmera em casa&comma; e puder me mandar&comma; mandar imagem para alguém&comma; para a gente conseguir identificar a placa&comma; pelo menos a placa&comma; para saber de quem é&comma; ter um norte&comma; né”&comma; completou Yasmim&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;policia&sol;bairro-de-rio-das-ostras-vive-noites-de-terror-com-varias-mulheres-assediadas" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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