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Alerj aprova criação de Observatório do Feminicídio para ampliar análise de dados da violência contra a mulher

<p>A Assembleia Legislativa do Estado do Rio &lpar;Alerj&rpar; aprovou&comma; em discussão única&comma; nesta semana&comma; o projeto de lei de autoria da deputada estadual Zeidan &lpar;PT&rpar;&comma; que cria o Observatório do Feminicídio&comma; para coletar e analisar dados relacionados a este tipo de crime em todo o Estado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A aprovação do projeto neste mês de março marcam mais um esforço da Alerj para a implementação de políticas públicas voltadas para as mulheres no mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher&comma; no último dia 8 de março&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com a aprovação dos deputados estaduais fluminenses&comma; o texto segue para o gabinete do governador Cláudio Castro &lpar;PL&rpar;&comma; que poderá sancionar ou vetar&comma; parcial ou totalmente&comma; o texto&comma; lembrando que&comma; em caso de veto&comma; o projeto ainda pode ser sancionado pela Casa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O objetivo &lbrack;do projeto&rsqb; é promover a integração entre os órgãos de denúncia&comma; investigação e de Justiça – além daqueles que acolhem vítimas e familiares&period; O Observatório também terá o objetivo de criar novas medidas protetivas às mulheres que sofram tentativa de feminicídio”&comma; explicou a Alerj&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o Legislativo fluminense&comma; o Observatório do Feminicídio será coordenado por representantes da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos&comma; da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Alerj&comma; e do Conselho Estadual de Direitos da Mulher &lpar;Cedim&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Na CPI &lpar;Comissão Parlamentar de Inquérito&rpar; do Feminicídio&comma; vimos que ainda há lacunas na produção de dados que possam auxiliar no enfrentamento e prevenção dessa grave forma de violência contra as mulheres”&comma; justificou Zeidan&comma; que foi relatora desta CPI&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Aberta em 2019&comma; a CPI do Feminicídio apresentou relatório final que apontou mais de 100 recomendações a órgãos públicos&comma; e apresentou projetos para melhorar o acolhimento às vítimas no Instituto Médico Legal &lpar;IML&rpar;&comma; com a cessão de roupas e sapatos àquelas que precisaram se desfazer dos pertences para perícia legal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também nesta semana&comma; a Alerj aprovou o projeto para regulamentar a aplicação do Formulário de Avaliação de Risco em Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher &lpar;<em>FRIDA<&sol;em>&rpar; nas instituições públicas que realizem atendimento especializado às mulheres&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O projeto foi criado após a conclusão dos trabalhos da CPI do Feminicídio&comma; em novembro de 2019&comma; e teve autoria das deputadas estaduais que fizeram parte do grupo&comma; Martha Rocha &lpar;PDT&rpar;&comma; Zeidan &lpar;PT&rpar;&comma; Mônica Francisco &lpar;PSOL&rpar;&comma; Tia Ju &lpar;REPUBLICANOS&rpar;&comma; Enfermeira Rejane &lpar;PCdoB&rpar;&comma; Rosane Félix &lpar;PSD&rpar;&comma; Renata Souza &lpar;PSOL&rpar;&comma; e Dani Monteiro &lpar;PSOL&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo reportagem publicada no portal Brasil de Fato na última quinta-feira&comma; 10&comma; o Estado do Rio teve um amento de 18&percnt; nos casos de feminicídio e violência contra a mulher em 2021 em comparação com os dados obtidos em 2020&comma; ano do início da pandemia do coronavírus&comma; e que a maioria das pessoas enfrentou o isolamento social&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o texto&comma; o feminicídio se somou a outros crimes contra a mulher&comma; como estupro&comma; agressão&comma; tortura&comma; ameaças&comma; tentativa de homicídio&comma; entre outros&comma; totalizando 456 casos&comma; segundo o boletim Elas Vivem&comma; da Rede de Observatórios da Segurança&comma; divulgado no último dia 10&comma; que apresentou 1 caso de violência contra a mulher por dia no Estado do Rio&comma; e 1 caso a cada 12 horas no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além do projeto da implementação da FRIDA&comma; estavam também no relatório da CPI do Feminicídio da Alerj projetos como a criação de um kit vestuário para as mulheres no IML&comma; onde elas são direcionadas pelas delegacias para fazer os exames de corpo de delito&comma; e a criação de mais promotorias de Justiça Criminal para casos de violência contra mulher&comma; bem como a inclusão de um núcleo de feminicídio em todas as Delegacias de Homicídio &lpar;DH&rpar; do Estado&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;alerj-aprova-criacao-de-observatorio-do-feminicidio-para-ampliar-analise-de-dados-da-violencia-contra-a-mulher" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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