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Alerj volta a discutir possível redistribuição de royalties para estados e municípios não produtores de petróleo

<p>Líder do governo Wilson Witzel &lpar;PSC&rpar; na Assembleia Legislativa do Rio &lpar;Alerj&rpar;&comma; o deputado estadual Márcio Pacheco &lpar;PSC&rpar; afirmou que o governo acredita que pode perder a ação no Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; que suspendeu as novas regras de partilha dos royalties&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Inicialmente marcado pelo presidente do STF&comma; ministro Dias Toffoli&comma; para o próximo dia 20 deste mês&comma; o julgamento poderia ter sido adiado em 120 dias&comma; passando para março do ano que vem&comma; segundo informações publicadas pelo colunista do jornal O Globo&comma; Lauro Jardim&comma; e pela Prefeitura de Rio das Ostras&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A nova regra de partilha dos royalties conta na Lei Federal 12&period;734&comma; de 2012&comma; e foi aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pela ex-presidente Dilma Rousseff &lpar;PT-RS&rpar;&comma; em 2013&comma; mas acabou suspensa em liminar concedida pela ministra Cármen Lúcia&comma; do STF&comma; no mesmo ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a Alerj&comma; se o Executivo não vencer a disputa jurídica&comma; o Estado terá uma queda na sua arrecadação da ordem de 53&percnt;&comma; e alguns municípios perderão cerca de 80&percnt; das suas receitas&comma; algo que vem provocando diversos debates&comma; principalmente nas cidades do entorno da Bacia de Campos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante reunião da Frente Parlamentar de Monitoramento do Regime de Recuperação da Alerj&comma; na última terça-feira&comma; 29&comma; o líder governista declarou que o Estado do Rio vai &OpenCurlyDoubleQuote;quebrar imediatamente”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com Márcio Pacheco&comma; o Executivo já trabalha em um plano com medidas compensatórias para a possível perda na arrecadação&comma; já que estimativas calculadas durante a Comissão Parlamentar de Inquérito &lpar;CPI&rpar; que apurou as razões para a crise fiscal apontaram que o Estado vai deixar de arrecadar 56 bilhões de reais em 4 anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O cenário não é bom para o Rio de Janeiro&period; Nós trabalhamos com a possibilidade forte de perder &lbrack;parte dos royalties&rsqb;&period; O Estado quebra imediatamente se isso acontecer&period; Há uma pressão política muito forte de todas as unidades da federação em cima dos ministros do Supremo&comma; e o que temos ouvido é que o Rio de Janeiro vai perder&period; Então&comma; temos que achar uma medida de compensação”&comma; afirmou Márcio Pacheco&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Coordenador de Gestão de Políticas Públicas do Insper&comma; André Luiz Marques afirmou que o Estado do Rio é dependente de receitas extraordinárias vindas do petróleo para equilibrar suas contas&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele lembrou que o governo estadual precisará renegociar os termos do Regime de Recuperação Fiscal &lpar;RRF&rpar; devido a uma possível queda repentina na arrecadação com royalties e participações especiais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O tamanho da diferença na arrecadação é tão grande que medidas adicionais vão ter que ser negociadas com o governo federal dada a magnitude do impacto que isso trará para as contas do Estado”&comma; alertou André Luiz Marques&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Presidente da Frente Parlamentar&comma; o deputado estadual Renan Ferreirinha &lpar;PSB&rpar;&comma; avaliou que a renovação do RRF é fundamental&comma; mas que a medida não é suficiente para tirar o Estado do Rio da crise fiscal em caso de perdas tão significativas na arrecadação dos royalties&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Ficou claro que o Regime de Recuperação Fiscal é insuficiente&period; Precisamos de outros mecanismos estruturantes de mudança&comma; algumas reformas que possam transformar não só aspectos pontuais&period; É evidente que precisamos prorrogar o Regime de Recuperação Fiscal ou trazer medidas compatíveis com a realidade do Rio de Janeiro&period; Teremos uma reunião com a bancada federal para entender os avanços na negociação do novo plano de recuperação fiscal”&comma; concluiu Renan Ferreirinha&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;alerj-volta-a-discutir-possivel-redistribuicao-de-royalties-para-estados-e-municipios-nao-produtores-de-petroleo" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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