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Bancada fluminense em Brasília luta por aprovação de PEC de deputada federal de Campos que pode render R$ 70 bi ao Rio em 10 anos

<p>Em meio às articulações para tentar impedir a mudança nas regras de partilha dos royalties&comma; pauta que deve entrar na pauta do Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; no próximo dia 20 de novembro&comma; a bancada fluminense em Brasília tenta aprovar uma polêmica proposta que pode injetar 70 bilhões de reais no Estado em 10 anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Trata-se de uma Proposta de Emenda à Constituição &lpar;PEC&rpar;&comma; de autoria da deputada Clarissa Garotinho &lpar;PROS-RJ&rpar;&comma; que&comma; se aprovada&comma; vai forçar a capital federal a dividir com o Estado do Rio os recursos que recebe anualmente do Fundo Constitucional de Brasília&comma; que serve&comma; entre outras coisas&comma; para pagar salários de policiais&comma; bombeiros&comma; profissionais da Saúde e da Educação do Distrito Federal &lpar;DF&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na justificativa da PEC&comma; a deputada alega que esses recursos serviriam como compensação pelo Estado ter perdido a capital do país nos anos 60 sem qualquer estudo de impacto&comma; eventos que deixaram sequelas financeiras não apenas na cidade&comma; mas também na administração estadual&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Caso vire lei&comma; a PEC vai gerar&comma; para os cofres públicos do Rio&comma; 7 bilhões de reais ao ano&comma; durante a próxima década&comma; com Brasília recebendo os mesmos 7 bilhões de reais&comma; em vez dos atuais 14 bilhões de reais anuais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O maior problema é que a bancada de deputados federais do DF declarou guerra à chamada PEC da Reparação e pressiona o presidente da Câmara&comma; deputado Rodrigo Maia &lpar;DEM-RJ&rpar;&comma; com o intuito de forçá-lo a retirar o projeto de tramitação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A pressão coloca Maia em dificuldades com os deputados fluminenses&comma; já que ele base eleitoral justamente no Estado do Rio&comma; que teria garantidos 70 bilhões de reais em 10 anos&comma; com a aprovação da nova lei&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda de acordo com a proposta&comma; e após esse período&comma; o Fundo seria extinto&comma; com os recursos redistribuídos por todos os estados&comma; como propõe a redistribuição dos royalties que será votada pelo STF em novembro&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar da pressão dos parlamentares do DF&comma; a PEC da Reparação já teve um relator designado para a análise de sua admissibilidade na Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania &lpar;CCJ&rpar;&comma; que será o deputado Fábio Trad &lpar;PSD-MS&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para minar uma possível mudança na atual regra&comma; a bancada do DF tem conversado com parlamentares de outros estados&comma; a fim de influenciá-los contra a PEC e sua autora&comma; como fez a deputada Flávia Arruda &lpar;PL-DF&rpar;&comma; que&comma; num programa de rádio local&comma; chamou a iniciativa de Clarissa Garotinho de &OpenCurlyDoubleQuote;descabível”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Nós nunca reivindicamos os royalties do Rio”&comma; contestou a deputada&comma; esquecendo-se&comma; porém&comma; que reivindicações à parte&comma; os royalties podem ser redistribuídos para estados e municípios não produtores de petróleo caso a liminar que suspende a lei que estabeleceu as novas regras de partilha seja derrubada pelo STF&comma; no mês que vem&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Fazendo enorme campanha nas redes sociais&comma; Clarissa&comma; por sua vez&comma; tem dito que a transferência da capital foi feita &OpenCurlyDoubleQuote;sem colocar em ação qualquer plano de compensações para o Rio”&comma; o que causou inúmeros impactos financeiros ao novo Estado do Rio&comma; com a fusão do antigo&comma; que tinha Niterói como capital&comma; com o então Estado da Guanabara&comma; que abrigava a capital federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O texto da PEC apresenta como principal justificativa o fato de o Rio de Janeiro jamais ter recebido qualquer tipo de compensação&comma; após ter deixado de ser capital federal na década de 60&period; Em 2017&comma; o Rio ingressou no Regime de Recuperação Fiscal &lpar;RRF&rpar; com a União e&comma; em 2018&comma; decretou intervenção na área de segurança pública&period; Atualmente&comma; a dívida ativa do Estado supera a casa dos 200 bilhões de reais&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;bancada-fluminense-em-brasilia-luta-por-aprovacao-de-pec-de-deputada-federal-de-campos-que-pode-render-r-70-bi-ao-rio-em-10-anos" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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