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Deputado Thiago Rangel segue preso após STF negar pedido de liberdade

De acordo com a PF, mensagens enviadas à nova secretária tinham objetivo de intimidação. Foto divulgação

<p>Preso desde maio sob suspeita de liderar um esquema de desvios de recursos na Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro&comma; o deputado estadual Thiago Rangel &lpar;Avante&rpar; teve seu pedido de liberdade negado pelo Supremo Tribunal Federal &lpar;SFT&rpar;&period; A decisão vem à tona após a Polícia Federal divulgar novos elementos da investigação&comma; que inclui mensagens enviadas a atual secretária da pasta com supostas ameaças&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O conteúdo das mensagens direcionadas a Luciana Calaça&comma; secretária estadual de Educação do Rio de Janeiro&comma; foi considerado de intimidação e em tom de ameaça&period;  A decisão do STF então acompanhou e reforçou o entendimento já adotado pela Procuradoria-Geral da República &lpar;PGR&rpar;&comma; que se manifestou a favor da continuidade da prisão preventiva&comma; sobretudo pela gravidade dos fatos apurados e também eventuais riscos de interferência no andamento das investigações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a linha de investigação&comma; Thiago Rangel teria procurado a secretário estadual de Educação pouco após sua nomeação para o cargo&period; As mensagens foram enviadas na véspera da operação que resultado na prisão do deputado&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Polícia Federal apontou que Thiago se mostrou insatisfeito com as mudanças promovidas na estrutura da secretaria&period; Um dos pontos de insatisfação teriam ligação com a substituição de indicados políticos em diretorias regionais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em um dos trechos das mensagens&comma; o deputado teria afirmado que as decisões tomadas pela pasta não ficariam assim e que quem fez &OpenCurlyDoubleQuote;errou muito”&period; Aqui&comma; a PF entende que Thiago tinha como intenção intimidar a nova secretária&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em uma das mensagens citadas pela investigação&comma; Rangel afirma que determinadas decisões tomadas pela pasta &OpenCurlyDoubleQuote;não vão ficar assim” e que &OpenCurlyDoubleQuote;quem fez errou muito”&period; A Polícia Federal interpreta o conteúdo como uma tentativa de intimidação à gestora&period; Luciana Calaça manteve as decisões na secretaria e na sequência prestou depoimento aos investigadores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também pesou contra Thiago outros conteúdos relacionados a perseguição política e intimidações a adversários diretos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;deputado-thiago-rangel-segue-preso-apos-stf-negar-pedido-de-liberdade" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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