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Deputados, prefeitos e vereadores da região se reúnem em Rio das Ostras para debater Repetro estadual

<p><em>Políticos da Região dos Lagos e do Norte Fluminense tentam derrubar projeto que limita benefícios fiscais à indústria do petróleo e pode provocar desempregos em massa no estado<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>A cidade de Rio de Ostras vai receber&comma; na próxima sexta-feira&comma; 23&comma; uma reunião com deputados estaduais do Rio&comma; em local ainda a ser definido&period; O tema do encontro será a possível restrição do Regime Aduaneiro Especial de Exportação e Importação &lpar;Repetro&rpar;&comma; voltados a bens destinados à exploração e à produção de petróleo e gás natural&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a Assembleia Legislativa do Estado do Rio &lpar;Alerj&rpar;&comma; o presidente em exercício André Ceciliano &lpar;PT&rpar;&comma; e o presidente da Comissão de Tributação e autor de projeto que revoga a adesão do estado ao Repetro&comma; deputado Luiz Paulo &lpar;PSDB&rpar;&comma; participarão do encontro&comma; que deve contar ainda com parlamentares da região&comma; como Jânio Mendes &lpar;PDT&rpar; e Silas Bento &lpar;PSDB&rpar;&comma; de Cabo Frio&semi; Geraldo Pudim &lpar;PMDB&rpar;&comma; de Campos&semi; e Marcia Jeovani &lpar;DEM&rpar;&comma; de Araruama&comma; além de Bruno Dauaire &lpar;PR&rpar;&comma; que apesar de ser natural de Niterói&comma; tem forte base eleitoral no Norte Fluminense&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Alerj informou ainda que prefeitos e vereadores dos municípios da região também serão convidados para a reunião&comma; que deve acontecer a partir das 10h da manhã&period; Essa será mais uma reunião para tratar do tema&comma; que foi abordado em encontros de deputados com o Prefeito de Campos&comma; Rafael Diniz &lpar;PPS&rpar;&comma; e uma comitiva de vereadores e empresários de Macaé&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na reunião com a comitiva macaense&comma; que contou com representantes de empresas da cadeia de óleo e gás&comma; foi discutida a proposta de manter os incentivos para os campos maduros&comma; criando uma restrição apenas para novos poços&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O Regime &lpar;Repetro&rpar; não traz arrecadação&period; Ele serve para que as empresas de fora possam trazer equipamentos para produzir aqui no Brasil&period; Queremos defender os empregos e a economia do Rio de Janeiro”&comma; argumento André Ceciliano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com Luiz Paulo&comma; a adesão ao convênio federal desrespeita a Lei 7&period;657&comma; de 2017&comma; em vigor desde agosto do ano passado&comma; que determina que o Executivo não pode criar novas isenções fiscais superiores a 650 milhões de reais sem a aprovação de projeto específico na Alerj&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;É inadmissível que o poder Executivo queira cassar o mandato de 70 deputados”&comma; defende Luiz Paulo&comma; em referência à uma decisão do Governador Pezão &lpar;PMDB&rpar;&comma; que aderiu ao Repetro através de uma decreto e não por projeto de lei&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Criado pela União para estimular a indústria de óleo e gás&comma; o Repetro isenta de ICMS as operações com bens ou mercadorias destinadas às atividades de pesquisa&comma; exploração ou produção de petróleo e gás natural&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O decreto de Pezão&comma; publicado em fevereiro&comma; fez com que o Estado do Rio aderisse ao regime&comma; que vai até o ano de 2040&comma; graças à prorrogação concedida pela presidência e aprovada pelo Congresso no fim do ano passao&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na Alerj&comma; tramitam dois projetos sobre o tema&period; O primeiro é o projeto de decreto legislativo 63&comma; de 2018&comma; de Luiz Paulo&comma; que cancela o decreto do governador&comma; e o segundo é o projeto de lei 3&period;660&comma; de 2017&comma; de autoria de Ceciliano&comma; que limita o regime à fase de exploração&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para empresários da indústria do petróleo&comma; uma indústria tem fortíssimas bases instaladas no interior do Estado do Rio&comma; desde a chegada da Petrobras&comma; no fim da década de 70&comma; a restrição aos benefícios fiscais na fase de produção e desenvolvimento poderia ser fatal para a retomada do setor no estado&comma; podendo gerar perdas enormes à economia fluminense&comma; além de desemprego em massa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O argumento usado por eles é que estados como São Paulo e Espírito Santos já teriam aderido&comma; no caso dos paulistas&comma; ou estariam aderindo&comma; no caso dos capixabas&comma; integralmente ao Repetro&comma; e caso os projetos de Luiz Paulo e Ceciliano sejam aprovados na Alerj&comma; o Rio perderá competitividade&comma; e verá uma enorme desmobilização da indústria petrolífera em direção a outros estados&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;deputados-prefeitos-e-vereadores-da-regiao-se-reunem-em-rio-das-ostras-para-debater-repetro-estadual" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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