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Em almoço com empresários no Rio, deputado federal Rodrigo Maia fala sobre redistribuição dos royalties

<p>Em almoço com empresários na Associação Comercial do Rio de Janeiro &lpar;ACRJ&rpar;&comma; nesta segunda-feira&comma; 11&comma; o presidente da Câmara Federal&comma; deputado Rodrigo Maia &lpar;DEM-RJ&rpar;&comma; afirmou que segue se articulando a respeito das mudanças nas regras dos royalties do petróleo&comma; que deve ser votada em abril desse ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A votação&comma; anteriormente marcada para novembro do ano passado no Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar;&comma; e que acabou adiada para abril depois de articulações políticas&comma; decidirá sobre as regras de partilha dos royalties&comma; e que&comma; segundo especialistas&comma; deve redistribuir os royalties para todos os estados e municípios brasileiros&comma; inclusive os não produtores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As novas regras foram aprovadas ainda na gestão da ex-presidente Dilma Rousseff &lpar;PT-RS&rpar;&comma; mas acabaram suspensas por liminar da ministra Cármen Lúcia&comma; do STF&comma; e devem entrar na pauta para uma decisão em definitivo daqui cerca de 2 meses&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante o almoço com representantes da ACRJ&comma; Maia teria&comma; segundo a Assembleia Legislativa do Estado do Rio &lpar;Alerj&rpar;&comma; revelado que vem mantendo conversas com os ministros Cármen Lúcia e Dias Toffoli&comma; presidente do STF&comma; para encontrar uma solução que não seja prejudicial ao Estado do Rio com relação às receitas de royalties&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também de acordo com a Alerj&comma; o encontro contou com as presenças do governador do Rio&comma; Wilson Witzel &lpar;PSC&rpar;&comma; do presidente da Alerj&comma; deputado estadual André Ceciliano &lpar;PT&rpar;&comma; entre outros convidados&period;<br &sol;>&NewLine;A grande preocupação de governadores e prefeitos de estados e municípios produtores de petróleo em todo o país&comma; especialmente no Estado do Rio&comma; é de que a liminar concedida pela ministra Cármen Lúcia seja derrubada&comma; provocando uma redução drástica dos repasses ao Estado e aos municípios produtores de petróleo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Temos que encontrar uma saída&comma; já que se a liminar for derrubada teremos uma perda financeira que inviabilizará o Estado do Rio”&comma; voltou a defender Rodrigo Maia&period;<br &sol;>&NewLine;Ainda durante o almoço&comma; o presidente da Alerj lembrou que o Legislativo fluminense também está tentando aumentar as receitas oriundas da exploração de petróleo no Rio&comma; questionando a inconstitucionalidade de uma emenda que veda que estados e municípios instituam impostos ou tributos em relação a outros municípios ou estados&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Trata-se de restituir um direito ao Rio de Janeiro&period; O Estado vem perdendo ao longo dos anos&comma; em diversas esferas”&comma; afirmou André Ceciliano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Rodrigo Maia aproveitou o evento também para afirmar que a Reforma Tributária proposta pela equipe econômica do governo federal&comma; liderada pelo ministro da Economia&comma; Paulo Guedes&comma; é a mais importante a ser feita no Brasil&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Sem a Reforma Tributária&comma; esse país não volta a crescer e a gerar emprego”&comma; sentenciou Rodrigo Maia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O presidente da Câmara Federal disse ainda que o Brasil poderia ter crescido 2&comma;5&percnt; e não 1&percnt; caso não houvesse a insegurança criada pelos conflitos entre os poderes Legislativo e Executivo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Temos um Estado que não reduz desigualdade&semi; ao contrário&comma; concentra&period; E temos sistemas&comma; como o Previdenciário e o Tributário&comma; que estimulam isso”&comma; disparou Rodrigo Maia&period;<br &sol;>&NewLine;De acordo com reportagem da madrugada desta terça-feira&comma; 11&comma; do portal UOL&comma; a expectativa dentro do Ministério da Economia é de que&comma; embora os trabalhos e estudos sobre o tema continuem&comma; os técnicos da pasta estariam cientes de que uma reforma ampla seria um sonho distante&comma; e que&comma; por isso&comma; o ministro Paulo Guedes teria &OpenCurlyDoubleQuote;lavado as mãos” e entregado a tramitação da Reforma para o Congresso&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após o almoço com empresários da ACRJ&comma; Rodrigo Maia defendeu mudanças na administração federal&comma; e afirmou que&comma; atualmente&comma; 96&percnt; do orçamento da União é gasto com despesas obrigatórias&comma; e citou gastos com servidores públicos federais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O governo vai encaminhar um novo sistema de administração pública&period; Não é uma reforma porque não trata dos servidores atuais&comma; mas vai gerar uma competição entre o novo sistema e o sistema antigo&period; Hoje temos servidores de qualidade&comma; mas a promoção não pode ser por tempo de serviço&comma; e sim por qualidade no serviço”&comma; avaliou o presidente da Câmara Federal&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;em-almoco-com-empresarios-no-rio-deputado-federal-rodrigo-maia-fala-sobre-redistribuicao-dos-royalties" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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