<p>No último dia da Rio Oil &; Gas, que aconteceu no Rio de Janeiro de segunda, 26, a quinta-feira, 29, o estande montado pela Prefeitura de Macaé no evento reforçou o conhecimento do município no setor de óleo, gás e energia nacional.</p>
<p>Com uma previsão de 25 bilhões de reais em projetos do setor nos próximos 5 anos, o município sublinhou sua importância dentro da evolução do processo econômico e industrial registrado pelo mercado do petróleo brasileiro nas últimas 4 décadas.</p>
<p>Durante os encontros do último dia do evento, considerado a 2ª maior feira global do mercado offshore, as apresentações de Macaé ressaltam o papel da cidade como referência para as transformações políticas e econômicas que acontecem atualmente em Angola, nação que pretende assumir, em breve, nova posição no ranking global do mercado de óleo, gás e energia.</p>
<p>Em agenda oficial realizada nesta quinta, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda de Macaé, Rodrigo Vianna, e a secretária adjunta de Trabalho e Renda, Sabrina Nunes, se reuniram com a delegação da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis de Angola (ANPG), os diretores Neusa Cardoso, Guilherme Ventura e Alcides Andrade, e o técnico Zacarias Bumba.</p>
<p>Na apresentação para os representantes de Angola, os secretários de Macaé ressaltaram a infraestrutura consolidada pela cidade, que é referência em formação técnica e acadêmica, programas de sustentabilidade, e projetos sociais.</p>
<p>Além disso, os secretários fizeram referência ao empenho do prefeito Welberth Rezende (CIDADANIA) em viabilizar o ambiente de negócios da cidade, como pilar para promover qualidade de vida para a população local.</p>
<p>“A conexão com Angola representa para nós a troca de experiências com um ambiente novo do mercado de óleo e gás. O Brasil possui uma relação cultural e histórica com essa nação que hoje reconhece Macaé como um grande ativo do mercado nacional de energia”, comentou Rodrigo Vianna.</p>
<p>Estratégia defendida por Macaé desde o governo do ex-prefeito Dr. Aluízio (sem partido), os investimentos da produção nos campos maduros junto à Petrobras e ao Ministério de Minas e Energia promove a retomada do mercado offshore brasileiro e representa o principal programa de incentivos trabalhado pela ANPG como expositora na Rio Oil &; Gas.</p>
<p>A prefeitura explicou que, para implementar esta estratégia, a ANPG firmou, na última terça-feira, 27, um acordo de cooperação junto à Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) brasileira para aprimorar as regras para elevar investimentos em áreas com potencial de gerar a chamada “produção incrementada”.</p>
<p>“O Brasil já passou por esta experiência e naturalmente ninguém melhor que o Brasil para nos assessorarmos, primeiro porque falamos a mesma língua e, segundo, porque já tem a experiência de promover essa ‘produção incrementada’. Um dos pontos que queremos reforçar é o nosso quadro regulatório, criar a regulação apropriada. É por isso que buscamos a experiência da ANP e assinamos este acordo de cooperação”, contou o presidente do conselho administrativo da ANPG, Paulino Jerónimo.</p>
<p>A visita da delegação da ANPG ao estande da Prefeitura de Macaé também foi acompanhada pela chefe de gabinete da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Mariana Previtalli, e da diretora de comércio da Associação Comercial e Industrial de Macaé (ACIM), Valéria Ribeiro.</p>
<p>Os investimentos de 25 bilhões de reais na implantação do maior hub de gás do país em Macaé também foram tema de agendas de diálogo com delegações governamentais e comitivas empresariais de países que enxergam, no Brasil, o potencial de investimentos e desenvolvimento de projetos.</p>
<p>Além dos representantes de Angola, o estande de Macaé recebeu, durante a Rio Oil &; Gas, o cônsul-geral adjunto da Holanda, Noel Veenis, para discutir a viabilidade e o licenciamento dos projetos que tornam Macaé o maior polo de armazenagem, processamento e distribuição de gás natural do Brasil.</p>
<p>“Medidas adotadas pelo nosso governo auxiliam na consolidação desses empreendimentos. Macaé está de portas abertas para receber empresas que desejam conhecer esse potencial e fazer parte da nossa dinâmica de desenvolvimento e de produtividade”, avaliou Rodrigo Vianna.</p>
<p>Para Noel Veenis, a referência de Macaé como “Cidade Energia” e a boa relação da Holanda com o Brasil no segmento de energia são pontos importantes para que o país europeu siga mapeando oportunidades no território nacional.</p>
<p>“Temos uma relação muito forte com o Brasil no segmento da energia. E o meu papel é mapear oportunidades para empresas holandesas atuarem no setor no Brasil. Macaé é reconhecida como a capital da energia do Brasil e pode oferecer boas oportunidades para empresas holandesas que desejam se instalar aqui no país”, afirmou Noel Veenis.</p>
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