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Estudos da Firjan preveem queda de 4,6% no PIB do Estado do Rio em 2020, a maior queda em 18 anos

<p>A Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro &lpar;Firjan&rpar; revelou nesta semana que a pandemia do coronavírus levará o Produto Interno Bruto &lpar;PIB&rpar; do Estado a sofrer uma queda de 4&comma;6&percnt; este ano&comma; a maior da série histórica da Firjan&comma; iniciada em 2002&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Os dados são de um estudo da Federação que prevê os impactos do coronavírus na economia fluminense&comma; e apontam ainda que a retração da indústria do Estado do Rio poderá ser de 5&comma;3&percnt; em comparação com 2019&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O documento ressalta também a necessidade de suporte do governo federal para auxiliar os estados a atravessarem os efeitos econômicos da crise&period; E segundo presidente da Firjan&comma; Eduardo Eugenio Gouvêa Vieira&comma; os dados preveem situação ainda pior para os todos os estados do país&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Os números mostram que não é mais uma questão de saber se os estados vão ficar ingovernáveis&comma; mas quando&period; É preciso atacar este problema imediatamente para que não tenhamos a economia brasileira se transformando em uma areia movediça&comma; de onde todos tentam sair&comma; mas&comma; na prática&comma; ninguém consegue”&comma; alertou o presidente da Firjan&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O estudo da Federação aponta que o cenário de retração será agravado pela nova crise do petróleo&comma; especialmente para o Estado do Rio&comma; pois os efeitos deste duplo choque terão consequências orçamentárias imediatas&comma; com estimativa de queda de 21&percnt; na arrecadação do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços &lpar;ICMS&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com os dados do estudo&comma; a arrecadação de ICMS pode chegar a 11 bilhões de reais a menos em relação ao previsto na Lei Orçamentária Anual &lpar;LOA&rpar; de 2020&comma; enquanto as receitas de royalties podem chegar a uma perda de 3&comma;2 bilhões de reais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O déficit no orçamento do Estado pode chegar a 27&comma;4 bilhões de reais&comma; mais de 1&sol;3 &lpar;um terço&rpar; da receita total estimada para 2020&period; O &lbrack;Estado do&rsqb; Rio&comma; assim como os demais estados&comma; terá dificuldade de se recuperar sem aportes financeiros do governo federal&comma; correndo o risco de ter uma crise ainda mais severa do que a de 2018”&comma; revelou o gerente de Estudos Econômicos da Firjan&comma; Jonathas Goulart&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Congresso<&sol;strong> – Para tentar conter a crise econômica nos estados e municípios que estão pagando a conta mais cara nos atendimentos diretos da Saúde Pública&comma; nesta segunda-feira&comma; 13&comma; o plenário da Câmara Federal aprovou&comma; em sessão por videoconferência&comma; um projeto de lei que prevê a compensação de perdas de arrecadação dos estados no ICMS e no Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza &lpar;ISS&rpar; durante 6 meses&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Em discussão com líderes partidários&comma; consolidou-se a ideia de se garantir aos estados&comma; ao Distrito Federal &lpar;DF&rpar;&comma; aos municípios&comma; auxílio financeiro equivalente ao seguro contra a queda de arrecadação do ICMS e do ISS&comma; um seguro receita capaz de recompor a queda da receita no nível da arrecadação nominal de 2019 nos meses de maio a setembro de 2020”&comma; explicou o relator do processo na Câmara&comma; deputado federal&comma; Pedro Paulo &lpar;DEM-RJ&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a Câmara&comma; a proposta permitiria ainda que estados e municípios suspendam o pagamento de empréstimos junto ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social &lpar;BDNES&rpar; e à Caixa Econômica Federal &lpar;CEF&rpar; durante 9 meses&comma; além de suspender regras de Responsabilidade Fiscal enquanto durar a pandemia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar de trazer um gasto de quase 90 bilhões de reais para o governo federal&comma; o presidente da Câmara&comma; deputado federal Rodrigo Maia &lpar;DEM-RJ&rpar;&comma; criticou informações do Ministério da Economia&comma; que teria divulgado um valor muito acima da proposta real do governo&comma; que seria de apenas 22 bilhões de reais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que o governo está propondo é só 22 bilhões de reais&period; Falar a verdade não dói para ninguém&comma; e esse valor não resolve os problemas dos estados e dos municípios”&comma; afirmou Rodrigo Maia nesta terça-feira&comma; 14&comma; ao site da Câmara Federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Apesar as ponderações do líder do governo na Câmara&comma; deputado federal Vitor Hugo &lpar;PSL-GO&rpar;&comma; que criticou medidas tomadas por alguns governadores e prefeitos para prevenção ao contágio do coronavírus&comma; os deputados federais aprovaram a proposta por 431 votos favoráveis a apenas 70 contrários&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Os estados e municípios precisam ter essa previsibilidade de receita justamente para poder saber o que eles podem fazer&comma; até onde eles podem ir nesse enfrentamento&comma; nesse momento de pandemia&comma; nesse momento em que o coronavírus é uma tragédia para todo mundo e também para o Brasil&period; Entendo sim que o ICMS e o ISS devem ser exatamente no valor que foi no ano passado justamente porque os hospitais&comma; eles são custeados com dinheiro público&comma; mas são custeados lá no Estado&comma; alguns nos municípios&period; São raríssimos os hospitais que são hospitais federais”&comma; defendeu a ex-aliada do governo&comma; deputada federal Joice Hasselmann &lpar;PSL-SP&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Também nesta terça-feira&comma; o Senado divulgou uma projeção do Banco Mundial que prevê uma retração do PIB nacional de 5&percnt; em 2020&period; Os dados contidos em um relatório publicado no último domingo&comma; 12&comma; abordam os impactos da pandemia do coronavírus nos país da América Latina e do Caribe&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após a provação do projeto&comma; a matéria se encaminha para o Senado Federal&comma; onde o governo tentará alterar novamente a proposta e reduzir o valor&period; No entanto&comma; o líder do governo na Câmara Federal já avisou que a presidência da república estuda vetar a proposta em caso de nova aprovação no Congresso&comma; o que acirrou ainda mais os ânimos entre os deputados federais que aprovaram a medida&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Muito deixa preocupado ele &lbrack;deputado federal Vitor Hugo&rsqb; já vir com ameaça de veto num momento como esse&period; O governo federal vetar um projeto que tem praticamente a unanimidade na Câmara dos Deputados é um desrespeito à democracia&comma; mas nós estaremos prontos para&comma; inclusive&comma; em um eventual veto&comma; discutirmos a derrubada desse veto posteriormente”&comma; garantiu o líder da oposição na Câmara&comma; deputado federal André Figueiredo &lpar;PDT-CE&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;estudos-da-firjan-preveem-queda-de-46-no-pib-do-estado-do-rio-em-2020-a-maior-queda-em-18-anos" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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