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Ex-prefeito de Macaé tem bens bloqueados pela Justiça por acusação de improbidade administrativa

<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro &lpar;MPRJ&rpar; obteve na Justiça uma decisão liminar para bloquear bens do ex-prefeito de Macaé&comma; Riverton Mussi &lpar;PDT&rpar;&comma; e da empresa Irmãos Prata Construção e Conservação Eireli ME&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A decisão&comma; obtida por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Núcleo Macaé&comma; decorre de uma ação civil pública ajuizada pelo MPRJ por ato de improbidade administrativa que causou dano ao patrimônio público de Macaé&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Impossibilitado pela Justiça Eleitoral de concorrer nas últimas eleições municipais em 2016&comma; quando tentava voltar à Câmara Municipal como vereador&comma; Riverton foi prefeito da cidade entre 2004-2012&period;<br &sol;>&NewLine;De acordo com o MPRJ&comma; o dano ocorreu em razão de despesas com a contratação de pessoal e serviços que não estavam previstos no contrato celebrado entre o município e a empresa citada na ação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A conduta improba causou dano ao erário no valor de R&dollar; 327&period;902&comma;29 &lpar;em valores atualizados&rpar;&comma; correspondente à soma dos pagamentos efetuados aos auxiliares de serviços e logística&comma; e recepcionistas&comma; em valores maiores do que o devido para o serviço”&comma; explicou o MPRJ&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além desses profissionais&comma; o ex-prefeito teria contratado irregularmente ainda motoristas e eletricistas&comma; em ato que não estaria previsto no contrato celebrado com a empresa de construção&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ação descreve que a contratação irregular foi comprovada pelo Tribunal de Contas do Estado do Rio &lpar;TCE-RJ&rpar; e posteriormente pela Corte de Contas municipal&comma; e relata ainda que a conduta do ex-prefeito viola diversos princípios da administração pública&comma; como da legalidade&comma; da impessoalidade&comma; da moralidade&comma; da economicidade&period;<br &sol;>&NewLine;&OpenCurlyDoubleQuote;Diante dos fatos&comma; o Juízo 3ª Vara Cível de Macaé determinou a indisponibilidade de bens dos réus&comma; no limite de R&dollar; 163&period;951&comma;00 para cada um&comma; correspondentes a metade do valor total do dano apurado”&comma; concluiu o MPRJ&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;ex-prefeito-de-macae-tem-bens-bloqueados-pela-justica-por-acusacao-de-improbidade-administrativa" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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