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Ex-vereadores e ex-assessores da Câmara de Casimiro de Abreu têm bens bloqueados pela Justiça

<p><em>Câmara Municipal de Casimiro de Abreu &lpar;foto&rpar; volta a ser protagonista em investigação de contratação superfatura de viagem de 5 ex-vereadores e 2 ex-assessores da Casa para um evento em Salvador&comma; na Bahia<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro &lpar;MP-RJ&rpar; obteve decisão favorável na Comarca de Casimiro de Abreu&comma; com pedido de tutela de urgência&comma; confirmando o bloqueio de bens de 5 ex-vereadores e 2 ex-assessores do município para ressarcimento dos danos causados aos cofres públicos na contratação superfaturada de um pacote de viagem para participação em um evento em Salvador&comma; na Bahia&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Alessandro Pezão &lpar;PRP&rpar;&comma; Bitó &lpar;PSC&rpar;&comma; Odino Miranda &lpar;DC&rpar;&comma; Eliezer Crispim &lpar;PV&rpar;&comma; e o atual vice-prefeito&comma; Kinha &lpar;PRB&rpar;&comma; além de Jairo Macabu Soares e Wilson da Silva Oliveira Neto&comma; tiveram seus bens bloqueados no valor de R&dollar; 26&period;237&comma;00 de cada um&comma; totalizando R&dollar; 183&period;662&comma;12 a serem devolvidos aos cofres públicos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A decisão do juiz&comma; conseguido por intermédio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva – Núcleo Macaé&comma; autorizou o bloqueio&comma; além de processo por atos de improbidade administrativa com base nas investigações de ação civil pública ajuizada pelo MP-RJ&comma; ao contratarem pacote de viagem sem licitação pública e superfaturarem diárias para o evento na capital baiana em hotel de categoria 4 estrelas&comma; entre 25 e 28 de abril de 2013&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com as investigações do MP-RJ&comma; os objetivos do grupo seriam obter vantagem financeira&comma; ao reterem os valores das diárias disponibilizadas para alimentação&comma; e realizar viagem de lazer com verba pública da Câmara Municipal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Promotoria de Justiça sustenta que os gastos &OpenCurlyDoubleQuote;se mostram descabidos e caracterizam a obtenção de verba pública indevida&comma; pois o evento durou quatro dias e praticamente todas as despesas foram cobertas pelo pacote&comma; restando aos denunciados arcar com as próprias despesas com alimentação&comma; o que não ocorreu na medida em que cada inscrito recebeu&comma; além do pacote de inscrição&comma; verba extra para despesas com alimentação”&comma; diz trecho da ação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O MP-RJ afirma que o curso tratou de assuntos amplos sobre administração pública&comma; sem especificação&comma; com carga horária de apenas 16 horas&comma; evidenciando total ausência de razoabilidade&comma; conforme o apurado no processo 220&period;676-8&comma; de 2015&comma; do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro &lpar;TCE-RJ&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O curso &OpenCurlyDoubleQuote;poderia ser ministrado em âmbito regional&comma; não precisando deslocar-se a outra região do país”&comma; acrescenta o MP-RJ&comma; ressaltando que todos os participantes do curso respondem por ações de improbidade administrativa&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;o que evidencia o caráter abstrato dos temas trabalhados&comma; que serviram como justificativa para os demandados realizarem um passeio custeado pela administração pública”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No entendimento do MP-RJ&comma; ficou evidente a atuação ímproba do ex-presidente da Câmara de Casimiro&comma; Alessandro Pezão&comma; que autorizou que ele próprio recebesse verbas indevidas da Casa&comma; além de permitir o enriquecimento sem causa para si e para os outros seis participantes do evento&comma; &OpenCurlyDoubleQuote;que se locupletaram de verba pública para fins pessoais &lpar;realização de turismo&rpar;&period; Ressalta-se que é extremamente reprovável a conduta dos demandados&comma; considerando que&comma; não só deveriam agir com lealdade e probidade com relação à máquina pública&comma; mas&comma; também&comma; com relação aos cidadãos que os elegeram para tão importantes cargos políticos”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Vale lembrar que no fim de janeiro deste ano&comma; Alessandro Pezão foi condenado pelo juiz Rafael Azevedo Ribeiro Alves&comma; da Vara Única de Casimiro de Abreu&comma; a 36 anos e 2 meses de prisão por participação em esquema de corrupção que exigia que servidores comissionados repassassem parte de seus salários aos envolvidos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além de Pezão&comma; também foram condenados o ex-chefe de gabinete da presidência da Casa&comma; Jairo Macabu Soares&comma; a 26 anos e 1 mês&comma; e o ex-assessor especial&comma; Wilson da Silva Oliveira Neto&comma; a 4 anos e 10 meses de prisão&comma; por participarem do mesmo esquema&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;ex-vereadores-e-ex-assessores-da-camara-de-casimiro-de-abreu-tem-bens-bloqueados-pela-justica" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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