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Mesmo Bacia de Campos sendo responsável por 17% da produção nacional, região paga R$ 0,22 mais caro no m² do gás

<p>Depois de ter sido um dos principais tema da Brasil Offshore 2019&comma; que aconteceu na última semana&comma; em Macaé&comma; o mercado de gás natural fluminense&comma; e principalmente na região&comma; foi tema também de uma audiência realizada na Assembleia Legislativa do Rio &lpar;Alerj&rpar;&comma; nesta segunda-feira&comma; 1 de julho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com o ex-presidente da Companhia Estadual de Gás &lpar;CEG&rpar;&comma; Bruno Ambrust&comma; a Região dos Lagos e o Norte Fluminense pagam R&dollar; 0&comma;22 a mais no valor do metro quadrado &lpar;m²&rpar; do gás do que o necessário&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A afirmação foi feita durante audiência pública da Comissão Parlamentar de Inquérito &lpar;CPI&rpar; da Alerj que apura irregularidades na distribuição de gás no Estado&comma; quando Bruno Ambrust explicou que o valor cobrado pela Petrobras para transportar o gás é o mesmo independentemente da distância&comma; o que encarece o preço do gás numa região onde que concentra a produção no Estado do Rio&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Existem cidades&comma; como Campos dos Goytacazes&comma; em que a distância para transportar o gás é mínima&period; Mas esse consumidor paga o mesmo valor de tarifa de transporte que um morador do Nordeste &lbrack;Fluminense&rsqb; que consome o mesmo gás que sai desse gasoduto”&comma; exemplificou Ambrust&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para o ex-diretor da CEG&comma; empresa que atualmente faz parte do grupo Naturgy Brasil&comma; a solução desse problema seria a implementação de uma tarifa postal&comma; dividindo de forma igualitária a receita de todo sistema nacional de gasoduto&comma; desconsiderando a distância e as características de cada local&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Para esclarecer a situação e saber se essa medida é cabível&comma; o presidente da CPI&comma; deputado estadual Max Lemos &lpar;MDB&rpar;&comma; antecipou durante a reunião que a comissão vai ouvir a direção da Agência Nacional do Petróleo&comma; Gás Natural e Biocombustíveis &lpar;ANP&rpar; sobre o tema&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Precisamos entender&comma; já que o Rio de Janeiro produz 52&percnt; de todo o gás brasileiro&comma; o que vai ser feito na distribuição de gás&comma; pois constitucionalmente a distribuição pertence aos estados&comma; e porque o Rio não está participando de estudos que avaliam essa possibilidade”&comma; afirmou o emedebista&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em dados da Petrobras&comma; essa fatia aumentou em maio deste ano&comma; quando a produção de gás natural do Estado do Rio chegou a 56&percnt;&comma; sendo 17&percnt; produzidos na Bacia de Campos&comma; que margeia as cidades da Região dos Lagos&comma; do Norte Fluminense e parte do Espírito Santo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante a audiência pública&comma; Ambrust disse ainda que a Petrobras deve perder o monopólio de gás nos próximos anos&comma; pois&comma; segundo o governo federal&comma; atualmente a estatal responde por 77&percnt; da produção nacional de gás e é sócia de 20 das 27 distribuidoras de gás do país&comma; algo que deve mudar com as novas regras do mercado de gás promovidas pela União e pelo Governo do Rio&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A Petrobras já está vendendo alguns dos seus gasodutos e pode ser que haja um novo modelo de transporte de gás vindo por aí&period; Com isso&comma; é esperada uma redução do custo do gás&comma; uma ampliação na rede de transporte e uma maior geração de empregos”&comma; pontuou o ex-presidente da CEG&comma; lembrando que&comma; com as novas aberturas de mercado na indústria do petróleo&comma; a Petrobras deve se voltar cada vez mais para o pré-sal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Questionado pelos parlamentares com relação à quantidade de postos de distribuição de gás no Estado do Rio&comma; Ambrust respondeu que nos últimos 20 anos a CEG autorizou a comercialização de Gás Natural Veicular &lpar;GNV&rpar; em cerca de 600 postos&comma; mas também contou que só foram dadas as autorizações para instalações em locais que atendiam aos critérios técnicos solicitados pela CEG&comma; entre eles o espaço físico e a localização do posto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Deixamos de ligar alguns postos&comma; mas foram poucos&period; E todos foram ligados dentro dos procedimentos legais&period; Também garanto que nunca houve coparticipação para liberação dessas distribuições”&comma; concluiu Ambrust&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Curiosamente&comma; mesmo com 7 deputados estaduais vindos da Região dos Lagos e do Norte Fluminense&comma; apenas 1 deles participou da audiência de acordo com a Alerj&comma; o deputado de Campos&comma; Rodrigo Bacellar &lpar;SOLIDARIEDADE&rpar;&comma; além de Jair Bittencourt &lpar;PP&rpar;&comma; Dionísio Lins &lpar;PP&rpar;&comma; Rodrigo Amorim &lpar;PSL&rpar; e Márcio Canella &lpar;MDB&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;mesmo-bacia-de-campos-sendo-responsavel-por-17-da-producao-nacional-regiao-paga-r-022-mais-caro-no-m&percnt;c2&percnt;b2-do-gas" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; 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