X

Ministro do governo Temer nega redução e garante salário mínimo em 1.002 reais para 2019

O ministro do Planejamento, Esteves Colnago participa de audiência pública na Comissão Mista de Orçamento para falar sobre a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2019.

<p><em>Ministro do Planejamento&comma; Desenvolvimento e Gestão&comma; Esteves Colnago&comma; negou informações de relatório que prevê redução da previsão de inflação&comma; o que rebaixaria o salário mínimo para 998 reais<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>O governo federal&comma; através do ministro do Planejamento&comma; Desenvolvimento e Gestão&comma; Esteves Colnago&comma; negou que o salário mínimo será reduzido em 2019&comma; conforme havia sido dito em nota técnica da Comissão Mista de Orçamento &lpar;CMO&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Na última quarta-feira&comma; 6&comma; o ministro afirmou que o governo mantém a projeção de 1&period;002 reais&comma; diferentemente da estimativa da CMO&comma; que apontava redução do mínimo no ano que vem para 998 reais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A grade de parâmetros oficial é aquela que foi feita em 15 de março&comma; essa é a que existe&period; Nós iremos rever mais na frente ou mais no final do ano&period; Nossas projeções podem mudar ao longo do ano&comma; mas o governo não está revendo nada”&comma; afirmou Colnago à Empresa Brasil de Comunicação &lpar;EBC&rpar;&comma; órgão oficial de comunicação do governo federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As informações sobre a redução vieram de um Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias do 2º bimestre&comma; que teria apontado redução na projeção de inflação para o ano&comma; de 3&comma;8&percnt; para 3&comma;5&percnt;&comma; o que rebaixaria o salário mínimo&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Por lei&comma; o reajuste do salário mínimo é feito com base na variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor &lpar;INPC&rpar; acumulada em 12 meses&comma; acrescida da variação real do Produto Interno Bruto &lpar;PIB&rpar;&comma; que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país de 2 anos anteriores&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Assim&comma; o salário mínimo de 2019 deve ser corrigido pelo INPC de 2018 e terá aumento real equivalente à taxa de crescimento do PIB em 2017&comma; que foi de 1&percnt;&period; Colnago participou de audiência pública na CMO para discutir a Lei de Diretrizes Orçamentárias &lpar;LDO&rpar; de 2019&comma; que estabelece as regras para elaboração e execução da proposta orçamentária do próximo ano e precisa ser aprovado até o dia 17 de julho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ao apresentar a projeção de déficit primário para os próximos anos&comma; resultado das contas públicas do governo&comma; feitas a partir da subtração das receitas pelas despesas&comma; excluindo o pagamento de juros da dívida pública&comma; o ministro ressaltou que a expectativa é que o país só consiga reverter o rombo orçamentário a partir de 2024&comma; uma expectativa bem menos otimista do que a previsão inicial do próprio governo&comma; que projetou retomada de superávit a partir de 2022&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Há alguns cenários que levam a que&comma; a partir de 2024&comma; a gente tenha uma chance de reverter o déficit&period; Isso leva em consideração o teto dos gastos”&comma; explicou Colnago à EBC&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Através do ministro&comma; o governo também voltou a defender a aprovação de reformas estruturais&comma; como a da Previdência&comma; que Colnago disse ser fundamental para o cumprimento da emenda constitucional do teto dos gastos&comma; que limita o crescimento dos gastos públicos à variação da inflação do ano anterior&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A proposta da LDO enviada ao Congresso prevê que o governo gastará 635&comma;4 bilhões de reais no próximo ano para pagar os benefícios do Instituto Nacional do Seguro Social &lpar;INSS&rpar;&comma; um valor que é 7&comma;27&percnt; maior que o previsto para 2018&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O pagamento de salários do funcionalismo e encargos sociais soma mais 321&comma;983 bilhões de reais e outras despesas obrigatórias estão estimadas em 360&comma;122 bilhões de reais&comma; segundo a LDO de 2019&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com isso&comma; sobrariam cerca de 99 bilhões de reais de recursos discricionários&comma; que financiam obras e investimentos&comma; o que representa cerca de 7&percnt; do total do Orçamento Federal estipulado para próximo ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Sobre os subsídios concedidos pelo governo federal para os combustíveis&comma; porém&comma; Colnago negou que haja discussão para incluir no orçamento do ano que vem esta pauta&comma; aprovada emergencialmente na semana passada para atender à reivindicação de redução no valor do óleo diesel feita pelos caminhoneiros&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Não há nenhuma discussão nesse sentido ainda”&comma; afirmou o ministro&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;ministro-do-governo-temer-nega-reducao-e-garante-salario-minimo-em-1-002-reais-para-2019" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

Leave a Comment