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Prefeito Welberth Rezende explica veto a projeto de lei de novo auxílio emergencial e ressalta programas sociais do município

<p>Em sessão ordinária iniciada na manhã desta terça-feira&comma; 13&comma; na Câmara Municipal de Macaé&comma; e que entrou pela tarde&comma; durando mais de 3 horas&comma; o prefeito Welberth Rezende &lpar;CIDADANIA&rpar; explicou os motivos do veto ao projeto de lei do Executivo que cria um novo auxílio emergencial para atender aos profissionais informais do comércio&comma; aprovado pela Casa na semana passada&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O prefeito explicou o motivo do veto foi uma emenda do vereador Amaro Luiz &lpar;PRTB&rpar;&comma; que incluiu no benefício os profissionais que trabalham nas feiras livres do município&comma; já que o novo auxílio já tinha o custo definido&comma; e a inclusão de outros profissionais impediria o pagamento do benefício&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tem uma emenda do vereador Amaro &lbrack;Luiz&comma; PRTB&rsqb; colocando também o pessoal das ferinhas&comma; e aí nós vetamos&comma; eu vou explicar agora também sobre a questão do veto&period; E temos o outro agora&comma; que eu acabei de assinar&comma; mandando outro projeto &lbrack;de lei de auxílio emergencial&rsqb; para as merendeiras&comma; pessoal que trabalha com a gente&comma; funcionários da prefeitura contratados&comma; que está passando essa dificuldade nesse momento&period; Merendeiras&comma; auxiliares de serviços escolares &lpar;ASE&rpar;&comma; o pessoal do transporte escolar&comma; e os feirantes&comma; que foram vetados no projeto dos &lbrack;trabalhadores&rsqb; informais e vão entrar no projeto &lbrack;de lei&rsqb; que entrou &lbrack;na Casa&rsqb; hoje&period; Tiramos de lá e colocamos aqui&period; Porque&comma; na verdade&comma; nós tínhamos um centro de custo em cima daquele projeto&period; Ele estava com o custo definido&period; Nós trouxemos para o outro projeto que já entrou na Casa a questão dos feirantes”&comma; explicou Welberth Rezende&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O veto parcial deve ser votado na sessão desta quarta-feira&comma; 14&comma; quando o novo projeto de lei de auxílio emergencial do governo deve começar a tramitação&comma; muito provavelmente em regime de urgência&comma; embora nem o prefeito nem o líder do governo na Casa tenham se manifestado a respeito&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Durante seu retorno as dependências da Câmara nesta terça-feira&comma; Welberth Rezende&comma; que iniciou sua trajetória política como vereador da cidade&comma; em 2013&comma; falou ainda sobre os projeto sociais do governo&comma; o do cartão cesta básica&comma; que já começa a ter os cartões distribuídos nesta semana&comma; e também sobre os critérios dos programas sociais que devem injetar 20 milhões de reais por mês no município&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Sobre a questão dos auxílios que nós colocamos aqui&comma; qual é o critério&quest; Nós usamos critérios técnicos para poder fazer a distribuição desses benefícios&period; Esses critérios foram definidos pela Secretaria de Assistência Social &lbrack;Direitos Humanos e Acessibilidade&rsqb;&period; Ela tem lá alguns cadastros do CadÚnico&comma; cadastro do Bolsa Família&comma; e a 1ª faixa é das pessoas que está na extrema pobreza&period; Se não me engano&comma; é quem ganha até 79&comma; 89 reais de rende familiar per capta&period; Ou seja&comma; um pai de família que tem lá&comma; ele&comma; a esposa e 2 filhos&comma; e cada 1 tem 89 reais por mês&period; Ou seja&comma; menos de 400 reais por mês para bancar aquela família&period; Esse é o pessoal de extrema pobreza&period; Entraram todos&period; Colocamos também as pessoas que estão na faixa da pobreza&comma; que é outra faixa acima&comma; onde os membros dessas famílias recebem até 179 &lbrack;reais&rsqb; per capta&comma; por mês&period; Mesmo exemplo que eu dei&period; Essas duas faixas&comma; inscritas no Bolsa Família hoje&comma; têm pouco mais de 15 mil famílias&period; Essas são as famílias que vão ser atendidas por esses benefícios&period; Claro&comma; salvo os outros grupos que nós criamos &lbrack;auxílio emergencial&rsqb;&comma; de &lbrack;trabalhadores&rsqb; informais&comma; ASE&comma; feirantes&comma; que o critério já não é esse”&comma; revelou&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O prefeito disse ainda que as famílias que recebem os 200 reais do Bolsa Alimentação não poderão receber o cartão cesta básica&comma; mas as demais famílias que recebem o auxílio emergencial municipal para pessoas em situação de vulnerabilidade social também poderão receber o cartão cesta básica&comma; desde que cumpram os requisitos do programa&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O cartão que vai ser dado agora é até chegar os 200 reais&period; E também é muito pouco&period; Foi o que nós conversamos lá&period; A pessoa falou&comma; &OpenCurlyQuote;mas o cara vai ganhar 2 benefícios&quest;’&comma; sim&comma; um de 130 reais e outro de 200 reais&period; Para manter uma família nesse momento&comma; quem está desempregado&comma; passando dificuldade&comma; é um esforço grande do município&comma; que vai colocar mais 12 milhões de reais na rua esse mês&comma; contando com os 8 milhões de reais &lbrack;do Bolsa Alimentação&rsqb;&comma; vai colocar 20 milhões de reais na rua esse mês&period; Mas&comma; claro&comma; ainda não vai resolver o problema todo da sociedade”&comma; reconhece Welberth Rezende&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O ex-vereador de Macaé acredita que&comma; apesar de todos os problemas que o município vem enfrentando desde o início de pandemia&comma; em março de 2020&comma; tanto o governo anterior quanto sua atual gestão trabalham para tentar minimizar esses impactos na economia da cidade e nas famílias que sofrem esses impactos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Macaé colocou&comma; talvez&comma; eu não fiz essa conta não&comma; mas deve ser o município do Estado do Rio de Janeiro que&comma; de forma per capta&comma; colocou mais dinheiro na rua na parte social&period; Eu acho que não tem mais desde o início da pandemia&period; Só o Bolsa Alimentação&comma; que iniciou no ano passado e esse governo fez o compromisso de continuar&comma; que dá 200 reais a cada aluno dos 42 mil alunos da rede &lbrack;pública&rsqb; municipal &lbrack;cadastrado no programa&rsqb;&comma; já tinha colocado até o mês passado 92 milhões &lbrack;de reais&rsqb; na rua&comma; e vai colocar&comma; são 8 milhões &lbrack;de reais&rsqb; por mês&period; A dotação para esse recurso acabou&period; Nós estamos anulando verbas de outras secretarias e colocando &lbrack;no programa&rsqb; para pode pagar os 8 milhões &lbrack;de reais&rsqb;&period; Vamos passar dos 100 milhões &lbrack;de reais&rsqb; só do Bolsa Alimentação”&comma; concluiu o prefeito que também contou que a prefeitura já abriu processo de licitação para a reabertura do Restaurante Popular&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;prefeito-welberth-rezende-explica-veto-a-projeto-de-lei-de-novo-auxilio-emergencial-e-ressalta-programas-sociais-do-municipio" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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