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Prefeitura de Rio das Ostras emite nota sobre ilegalidades em obras na cidade citadas na Lava Jato

<p>A Prefeitura de Rio das Ostras emitiu uma nota nesta quarta-feira&comma; 28&comma; sobre as notícias sobre ilegalidades encontradas em obras da Odebrecht na cidade&comma; que teriam sido citadas em relatório da Polícia Federal &lpar;PF&rpar; sobre as investigações da Operação Lava Jato&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o G1&comma; duas pessoas denominadas apenas como &OpenCurlyDoubleQuote;Atravessador” e &OpenCurlyDoubleQuote;Cassino”&comma; teriam recebido propina durante as obras&comma; embora a PF não tenha divulgado quando teriam acontecido as obras na cidade&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A nota da prefeitura&comma; assinada pelo Procurador-Geral do Município&comma; Dr&period; Eduardo Pacheco de Castro&comma; reforça que o contrato de Parceria Público-Privada &lpar;PPP&rpar; com a empresa foi assinado em 2007&comma; durante a gestão do ex-prefeito Carlos Augusto Balthazar &lpar;PMDB&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Desde o ano de 2006&comma; portanto há 10 anos&comma; o Prefeito Sabino &lpar;PSDB&rpar; é ferrenho opositor do contrato em questão&period; Ainda como Deputado Estadual&comma; fez denúncias aos mais diversos órgãos de controle&comma; Ministério Público&comma; Tribunais de Contas e Polícia Federal&comma; pois tinha a certeza da desnecessidade de tal comprometimento financeiro pelo município e da falta de transparência com que as tratativas estavam transcorrendo&comma; a portas fechadas&comma; sem participação popular”&comma; defende o procurador&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Dr&period; Eduardo ressalta que&comma; desde que assumiu a prefeitura&comma; em 2013&comma; o atual prefeito&comma; recentemente condenado mais uma vez por improbidade administrativa&comma; enfrenta uma batalha judicial contra a Odebrecht&comma; buscando sanar as receitas públicas comprometidas com esse contrato&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Contingenciou as receitas que serviam para pagamento da PPP em detrimento de saúde e educação&comma; certo de que o contrato era prejudicial para os munícipes&period; Foi até os mais altos Tribunais do país contra a Odebrecht e o contrato da PPP&period; Luta até hoje&comma; inclusive contra a Alerj &lpar;Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro&rpar;&comma; que surpreendentemente ingressou com ação contra a lei que limitou pagamentos à empreiteira”&comma; relembra o procurador&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ele garante ainda que a atual gestão já teria ordenado uma auditoria interna&comma; que constatou inúmeras irregularidades no contrato&comma; confirmando as denúncias que fazia há anos&comma; e que tais irregularidades foram confirmadas em relatório apresentado pela Controladoria Geral da União &lpar;CGU&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O procurador explica ainda que a CGU&comma; atual Ministério da Transparência&comma; teria enviado um relatório aterrador apontando vícios de suprema gravidade em todo o contrato&comma; como ilegalidades na licitação&comma; superfaturamento de parcelas pagas e vincendas&comma; e a realização ínfima dos compromissos assumidos pela concessionária&comma; que&comma; segundo a prefeitura&comma; ainda &OpenCurlyDoubleQuote;deixa milhares de riostrenses sem água e esgoto”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Outra reclamação da prefeitura se refere aos juros abusivos que colocariam o município com uma dívida de mais de 1 bilhão de reais&comma; mesmo com os investimentos contratados na casa dos 300 milhões&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;O que se pretende esclarecer é que os apontamentos da operação lava-jato não são surpreendentes&comma; infelizmente&period; Como dito&comma; o Prefeito Sabino sempre foi um ferrenho opositor da PPP firmada pelo governo anterior e a Odebrecht Ambiental&comma; porque tinha consciência de seu potencial lesivo aos cofres da municipalidade&period; A confirmação de que o contrato foi alvo de corrupção passiva e ativa por parte de agentes públicos da antiga gestão muito entristece o povo de Rio das Ostras”&comma; analisa Dr&period; Eduardo Pacheco de Castro&comma; que diz que o governo municipal confia nas autoridades&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Odebrecht<&sol;strong> – A Odebrecht Ambiental&comma; braço da empresa responsável pelo contrato com o município&comma; porém&comma; disse que não se pronunciará sobre as investigações da Lava Jato&comma; pois&comma; a responsável pelas obras&comma; tanto de infraestrutura quanto de saneamento&comma; em Rio das Ostras&comma; foi a Odebrecht Construtora&comma; que é outro ramo da empresa&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Tunan Teixeita<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;prefeitura-de-rio-das-ostras-emite-nota-sobre-ilegalidades-em-obras-na-cidade-citadas-na-lava-jato" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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