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Presidência estaria analisando plano para criação de novo Ministério da Segurança Pública neste início de ano

<p><em>Medida é considerada popular pelo governo&comma; que sofre alto índice de rejeição às vésperas das eleições deste ano&period; <&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>Depois de confirmar a intervenção militar no Estado do Rio de Janeiro&comma; o presidente Michel Temer &lpar;PMDB&rpar; já teria pronto o projeto de criação do Ministério de Segurança Pública&comma; medida considerada popular&comma; às vésperas das eleições de outubro deste ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O objetivo seria desviar o foco da crise política provocada por investigações que atingem Temer e vários membros da cúpula do governo&comma; além de temas áridos&comma; como a proposta de Reforma da Previdência&comma; que deve ser derrotada no Congresso&comma; isso se não for engavetada&comma; já que a legislação não permite a votação de mudanças na Constituição Federal em casos de intervenção&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em Brasília&comma; neste fim de semana&comma; o presidente voltou a discutir o desmembramento das atribuições do Ministério da Justiça&comma; que hoje abriga a Secretaria Nacional de Segurança Pública&comma; após o agravamento da violência no Rio e em outras partes do país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com pesquisas encomendadas pelo governo&comma; a segurança é uma das principais preocupações da população&comma; ao lado da saúde&comma; o que&comma; na visão do governo&comma; poderia melhorar a péssima popularidade do atual presidente&comma; considerado o mais rejeitado da história do país&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Antes mesmo de sair do papel&comma; no entanto&comma; a pasta sofre resistência por parte dos ministérios da Justiça e da Defesa&comma; além do Gabinete de Segurança Institucional &lpar;GSI&rpar;&comma; que argumentam não haver tempo hábil&comma; no último ano de governo&comma; para criar uma estrutura com capacidade de operação efetiva&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O plano sobre a mesa de Temer&comma; em forma de medida provisória&comma; prevê que a Polícia Federal &lpar;PF&rpar; sairá do Ministério da Justiça e ficará sob o guarda-chuva do Ministério da Segurança Pública&comma; enquanto o Conselho Administrativo de Defesa Econômica &lpar;Cade&rpar; e a Fundação Nacional do Índio &lpar;Funai&rpar;&comma; permaneceriam subordinados ao Ministério da Justiça&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Quem confirmou o plano foi o líder do governo no Senado&comma; Romero Jucá &lpar;PMDB-RR&rpar;&comma; que também já teve seu nome citado em investigações de corrupção decorrentes de desmembramentos da Operação Lava Jato&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Tem pouco tempo de governo&comma; mas&comma; em compensação&comma; a emergência da situação é algo gritante&period; Então&comma; a criação do ministério está sendo mesmo discutida”&comma; afirmou Romero Jucá&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ideia é apoiada pelo deputado Alberto Fraga &lpar;DEM-DF&rpar;&comma; coordenador da Frente Parlamentar de Segurança Pública&comma; que acredita que &OpenCurlyDoubleQuote;alguma coisa precisa ser feita”&comma; pois&comma; segundo ele&comma; o país atravessa uma &OpenCurlyDoubleQuote;guerra civil”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo informações da capital federal&comma; um dos cotados para ocupar o novo ministério é o subchefe de Assuntos Jurídicos da Casa Civil&comma; Gustavo Rocha&comma; que também teve seu nome envolvido nas acusações de que Temer teria assinado um decreto para beneficiar empresários portuário&comma; no caso que ficou conhecido como Decreto dos Portos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A mais nova investigação contra o presidente seria&comma; inclusive&comma; apontada como outro fator que poderia atrapalhar a estratégia de jogar os holofotes sobre uma pauta considerada positiva devido à crise instalada na PF após declarações do diretor-geral da corporação&comma; Fernando Segovia&comma; sobre este inquérito envolvendo Temer&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em entrevista exclusiva à Reuters&comma; Segovia teria dito que acreditava no arquivamento de investigações que apuram denúncias contra o presidente no caso&comma; motivo pelo qual o diretor-geral da PF acabou sendo chamado para prestar esclarecimentos ao Superior Tribunal Federal &lpar;STF&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No caso também aparece o nome do deputado federal Rocha Loures &lpar;PMDB-PR&rpar;&comma; ex-assessor especial de Temer&comma; que virou réu da Lava Jato em dezembro de 2017&comma; depois das delações premiadas do Joesley Bastista&comma; dono da JBS&comma; em que Temer é acusado de comandar um esquema de propina para calar o ex-presidente da Câmara Federal&comma; Eduardo Cunha &lpar;PMDB&rpar;&comma; preso em novembro de 2016&period;<&sol;p>&NewLine;<p><strong>Foto&colon; Alan Santos<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p><strong>Da Redação<&sol;strong><&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;presidencia-estaria-analisando-plano-para-criacao-de-novo-ministerio-da-seguranca-publica-neste-inicio-de-ano" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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