X

TCE-RJ divulga mudanças na análise de gastos governamentais com Saúde e Educação

<p><em>Conselheira do Tribunal de Contas do Estado do Rio &lpar;TCE-RJ&rpar;&comma; Marianna Montebello Willeman&comma; que também é relatora nos 2 processos&comma; defendeu mudanças<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>Preocupação de todo gestor público&comma; o mínimo constitucional para investimentos na Saúde e na Educação sofreu alterações na forma de cálculo&comma; conforme publicou nesta segunda-feira&comma; 10&comma; o Tribunal de Contas do Estado do Rio &lpar;TCE-RJ&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo o Tribunal de Contas&comma; as mudanças na aferição do mínimo constitucional de 25&percnt; das receitas resultantes de impostos e de transferências em Educação passarão a valer a partir da prestação de contas relativas ao exercício de 2020&comma; que são julgadas 2021&period;<&sol;p>&NewLine;<p>De acordo com a nova forma&comma; a Corte de Contas exigirá que apenas gastos efetivamente pagos sejam computados&period; Outra mudança acontecerá na prestação de contas da Saúde&comma; que não será mais analisada como as da Educação&comma; como acontece no modelo atual&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Como os pagamentos &lbrack;da Saúde&rsqb; são obrigatoriamente feitos por um fundo de saúde&comma; desde que haja saldo em conta para o pagamento das despesas&comma; as empenhadas e&sol;ou liquidadas podem ser computadas para que se chegue ao mínimo constitucional de uso dos 12&percnt; das receitas”&comma; explica o TCE-RJ&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Atualmente&comma; no caso do Governo do Estado&comma; o TCE-RJ leva em consideração despesas liquidadas&comma; que é um estágio antes do desembolso da verba&comma; quando é comprovado que o serviço foi prestado e há uma dívida&period;<&sol;p>&NewLine;<p>No caso das cidades&comma; a Corte de Contas aceita até mesmo as despesas empenhadas&comma; que são apenas um compromisso por parte do setor público de pagar por um serviço ou bem e de uma empresa de prestar o serviço ou entregar a mercadoria&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em ambos os casos&comma; explica o TCE-RJ&comma; a liquidação ou empenho podem ser feitos em um ano e o pagamento em outro&comma; o que aos gestores terminarem seus mandatos deixando dívidas para a gestão seguinte&comma; entre outros delitos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Do ponto de vista pragmático&comma; resta claro que a postura desta Corte até então adotada&comma; considerando como &OpenCurlyQuote;despesas realizadas’ as despesas liquidadas e os restos a pagar não processados com disponibilidade de caixa para efeitos de aferição do cumprimento do Art&period; 212 da Constituição Federal&comma; não contribui para a efetividade da norma constitucional&period; Sem dúvida&comma; essa metodologia permite ao administrador público adotar fórmulas contábeis ou de tesouraria capazes de distanciar a realidade da aplicação de recursos em manutenção e desenvolvimento do ensino estadual do núcleo essencial da norma constitucional&comma; que busca a efetivação do direito social à educação”&comma; argumentou a relatora da consulta&comma; conselheira Marianna Montebello Willeman&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O TCE-RJ explicou ainda que&comma; atualmente&comma; o controle de gastos da Saúde é feito levando em consideração as despesas pagas&comma; liquidadas e inscritas em restos a pagar e as empenhadas&comma; e não liquidadas inscritas em restos a pagar até o limite da disponibilidade de caixa do exercício&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Com a mudança&comma; que valerá para o exercício de 2019&comma; julgado em 2020&comma; as despesas liquidadas e ainda não pagas&comma; e por isso inscritas nos restos a pagar&comma; terão&comma; necessariamente&comma; que estar cobertas por disponibilidade de caixa&comma; evitando que o investimento em Saúde deixe&comma; efetivamente&comma; de ser feito&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a conselheira Marianna&comma; que também relata esta consulta&comma; a mudança pode fazer toda a diferença&comma; chegando a citar em seu voto&comma; dados apontados pela Procuradoria-Geral do TCE-RJ&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;Mais do que 50&percnt; dos gastos com Saúde do Estado do Rio de Janeiro em 2016 foi composto por despesas liquidadas e não pagas&comma; sem que fosse deixada qualquer disponibilidade&period; Ou seja&comma; dos 3&comma;8 bilhões de reais gastos com Saúde&comma; o governo deixou quase 2 bilhões de reais pendurados para o exercício seguinte&comma; sem qualquer disponibilidade de caixa no Fundo de Saúde”&comma; apontou Marianna&period;<&sol;p>&NewLine;<p>O TCE-RJ revelou que as decisões foram estimuladas por consultas recebidas pelo próprio Tribunal&period; No caso da Saúde&comma; a autoria é do subprocurador-geral de Justiça de Assuntos Cíveis e Institucionais do Ministério Público do Estado do Rio &lpar;MPE-RJ&rpar;&comma; Sérgio Roberto Ulhôa Pimentel&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Já a de Educação foi motivada pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Estado do Rio &lpar;Alerj&rpar;&period; No voto&comma; a relatora determina que as mudanças serão alvo de comunicação para todos os gestores responsáveis por contas de governo&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;tce-rj-divulga-mudancas-na-analise-de-gastos-governamentais-com-saude-e-educacao" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

Leave a Comment