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Temer e ministros seguem no alvo de inquérito da Procuradoria-Geral da República

<p><em>Na foto&comma; Michel Temer &lpar;MDB&rpar; segue alvo de investigações da Polícia Federal&comma; que ainda mira os ministros da Casa Civil&comma; Eliseu Padilha &lpar;MDB-RS&rpar; e da Secretaria-Geral da Presidência&comma; Moreira Franco &lpar;MDB-RJ&rpar;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>Ainda sem anunciar seu pré-candidato para a disputa da presidência da república nas eleições de outubro deste ano&comma; o MDB&comma; novo nome do PMDB&comma; ainda segue como alvo em investigações de corrupção&comma; não apenas no Estado do Rio&comma; mas também no âmbito federal&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre seus membros supostamente envolvidos estão senadores&comma; deputados federais e estaduais&comma; além do presidente Michel Temer &lpar;MDB&rpar;&comma; e os ministros Eliseu Padilha &lpar;MDB-RS&rpar; e Moreira Franco &lpar;MDB-RJ&rpar;&comma; que ocupam&comma; respectivamente&comma; a chefia das pastas da Casa Civil e da Secretaria-Geral da Presidência&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Nesta semana&comma; a Procuradoria-Geral da República &lpar;PGR&rpar; acatou pedido da Polícia Federal&comma; responsável pelas investigações e pediu ao Supremo Tribunal Federal &lpar;STF&rpar; a prorrogação por mais 60 dias do inquérito que investiga três dos maiores &OpenCurlyDoubleQuote;caciques” do partido no país&period; A decisão do assunto ficará a cargo do ministro relator do caso&comma; Edson Fachin&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Segundo a Empresa Brasil de Comunicação &lpar;EBC&rpar;&comma; órgão oficial do governo federal&comma; o inquérito investiga o suposto favorecimento da Odebrecht&comma; entre 2013 e 2015&comma; período em que Padilha e Moreira Franco foram ministros da Secretaria da Aviação Civil&comma; e Michel Temer ainda era vice-presidente&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Em seu depoimento&comma; o ex-executivo da Odebrecht&comma; Claudio Melo Filho&comma; declarou que em maio de 2014 os políticos teriam participado de um jantar&comma; no Palácio do Jaburu&comma; para tratar de repasses de 10 milhões de reais para o então PMDB&comma; que voltou a se chamar MDB após decisão do Tribunal Superior Eleitoral &lpar;TSE&rpar; em maio deste ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Após ser incluído no inquérito pelo ministro Fachin&comma; Temer enviou uma carta à PGR defendendo que o presidente deve responder somente &OpenCurlyDoubleQuote;por atos diretamente ligados ao exercício do mandato”&comma; tentando &OpenCurlyDoubleQuote;fugir” das outras investigações&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Além desse caso&comma; Temer já teve seu nome envolvido em investigações da Operação Lava Jato&comma; quando teria participado de esquema para comprar o silêncio do ex-presidente da Câmara Federal&comma; Eduardo Cunha &lpar;MDB-RJ&rpar;&comma; preso em 2016&comma; e também no caso do Decreto dos Portos&comma; em que teria assinado decreto em benefícios de empresários do setor portuário&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;temer-e-ministros-segue-no-alvo-de-investigacoes-da-procuradoria-geral-da-republica" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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