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Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio mantém inelegibilidade de Rosinha Garotinho

<p><em>Presa em novembro de 2017 junto com seu marido&comma; Anthony Garotinho &lpar;PRP&rpar;&comma; e liberada dias depois por Habeas Corpus &lpar;HC&rpar;&comma; ex-governadora do Rio&comma; Rosinha Garotinho&comma; continua inelegível depois de decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio &lpar;TRE-RJ&rpar;<&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>O Tribunal Regional Eleitoral do Estado do Rio de Janeiro &lpar;TRE-RJ&rpar; divulgou&comma; na última quarta-feira&comma; 25&comma; a decisão da sessão plenária de manter a inelegibilidade da ex-governadora do Rio e ex-prefeita de Campos&comma; Rosinha Garotinho&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A decisão se deu após TRE-RJ julgar recurso eleitoral de Rosinha&comma; condenada por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2016&comma; ano que a ex-prefeita viu seu então candidato&comma; Dr&period; Chicão &lpar;PR&rpar;&comma; sair derrotado nas urnas pelo atual prefeito&comma; Rafael Diniz &lpar;PPS&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Corte do TRE-RJ entendeu que&comma; durante sua gestão à frente da Prefeitura de Campos dos Goytacazes&comma;  a ex-governadora participou de um esquema de concessão e distribuição&comma; de forma fraudulenta&comma; do programa assistencial Cheque Cidadão&comma; visando à obtenção de votos no pleito de 2016&period; Com a decisão&comma; Rosinha fica inelegível por 8 anos&comma; a contar de 2016&period;<&sol;p>&NewLine;<p>As investigações sobre o esquema de compra de votos nas últimas eleições municipais&comma; que já foi responsável pelo afastamento de diversos vereadores&comma; também foi o motivo da prisão do também ex-governador do Rio e marido de Rosinha&comma; Anthony Garotinho &lpar;PRP&rpar;&comma; que foi liberado por Habeas Corpus &lpar;HC&rpar;&comma; e que pretende concorrer novamente ao governo estadual nas eleições de outubro desse ano&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;De junho a julho de 2016&comma; oficialmente&comma; houve um acréscimo de 1&period;203 agraciados com o programa assistencial &lbrack;Cheque Cidadão&rsqb;&comma; o que se revela muito acima da média mensal de inclusão de novos beneficiários&period; Entretanto&comma; o incremento do programa não revela toda a extensão do ilícito&period; A partir de julho de 2016&comma; três meses antes do pleito&comma; o número de beneficiários do aludido programa mais do que dobrou&comma; alcançando o número de 30&period;470 beneficiários”&comma; diz a relatora&comma; desembargadora eleitoral Cristiane Frota&comma; em seu voto&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Ainda de acordo com o voto da relatora&comma; a gravidade do abuso de poder político e econômico se revelou &OpenCurlyDoubleQuote;na extrapolação desse uso de recursos públicos em benefício da promoção de uma determinada plataforma política&comma; com a nítida aptidão de influenciar a livre e consciente vontade do eleitor&comma; a desestabilizar a lisura que é esperada nos pleitos&comma; inclusive porque os candidatos beneficiados com o esquema passaram a concorrer em desigualdade de forças com aqueles que não detém da mesma estrutura dos órgãos municipais”&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A Corte também manteve a inelegibilidade por 8 anos de Giselle Koch Soares&comma; à época coordenadora do Programa Cheque Cidadão&semi; de Ana Alice Ribeiro Lopes Alvarenga&comma; que era Secretária de Desenvolvimento Humano e Social de Campos&semi; e de Dr&period; Chicão e de Mauro Silva &lpar;PSDB&rpar;&comma; candidatos&comma; respectivamente&comma; a prefeito e a vice pela Coligação Frente Popular Progressista de Campos nas eleições de 2016&comma; que também tiveram seus registros de candidatura cassados&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A ex-governadora&comma; que ainda não divulgou seu novo partido&comma; depois que deixou o PR juntamente com seu marido e sua filha&comma; a deputada federal Clarissa Garotinho&comma; que mais recentemente trocou o PRB pelo PROS visando uma renovação de seu cargo&comma; ainda pode tentar concorrer ao Senado&comma; como vinha sendo especulado&comma; pois cabe recurso ao Tribunal Superior Eleitoral &lpar;TSE&rpar;&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&nbsp&semi;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;politica&sol;tribunal-regional-eleitoral-do-estado-do-rio-mantem-inelegibilidade-de-rosinha-garotinho" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

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