X

Ministério Público Federal denuncia Prolagos e seus responsáveis por crime ambiental

<p><em>Concessionária despejou teores de alumínio superiores aos permitidos na Lagoa de Juturnaíba&comma; na Região dos Lagos&period; <&sol;em><&sol;p>&NewLine;<p>O Ministério Público Federal &lpar;MPF&rpar; denunciou a Prolagos Concessionária de Água e Esgoto&comma; o seu diretor-presidente Sérgio Antônio Rodrigues da Silva Braga&comma; e o então diretor executivo Marcos Valério de Araújo por crime ambiental previsto no artigo 40 da Lei 9&period;605&sol;98 – causar dano direto ou indireto às Unidades de Conservação&comma; com previsão de pena de reclusão de um a cinco anos&period;<&sol;p>&NewLine;<p>Entre os meses de fevereiro de 2018 e 2019&comma; a concessionária Prolagos&comma; por intermédio de sua Estação de Tratamento de Águas &lpar;ETA&rpar;&comma; localizada no Município de Araruama&comma; despejou resíduos de alumínio na Lagoa de Juturnaíba em quantidade superior ao limite legalmente permitido&comma; causando poluição e dano direto ao meio ambiente e à Área de Proteção Ambiental da Bacia do Rio São João &lpar;unidade de conservação federal&rpar;&comma; o que pode levar a danos à saúde humana e provocando a mortandade de animais&period;<&sol;p>&NewLine;<p>A infração ocorreu na Zona de Proteção do Reservatório de Juturnaíba &lpar;ZPRJ&rpar;&comma; interior da APA da Bacia do Rio São João&sol;Mico Leão Dourado&comma; prejudicando os objetivos atrelados a essa área&colon; proteger a vida aquática e a fauna associada&comma; especializada ou não&semi; proteger a vegetação aquática associada&semi; proteger os criadouros &lpar;berçários&rpar;&semi; garantir a qualidade do recurso hídrico para abastecimento de água&semi; proporcionar condições sustentáveis para o desenvolvimento da pesca artesanal profissional&comma; amadora e da atividade de aquicultura&semi; proporcionar condições sustentáveis para atividades turísticas de lazer e recreação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>São efeitos decorrentes do dano ambiental causado&colon; acúmulo de alumínio em sedimento e em organismos aquáticos&comma; problemas ósseos&comma; anemia e doenças neurodegenerativas em humanos&comma; distúrbios nervosos&comma; natatórios&comma; respiratórios&comma; osmorregulatórios&comma; endócrinos&comma; hematológicos e cardíacos em peixe e óbito de peixes por sufocação&period;<&sol;p>&NewLine;<p>&OpenCurlyDoubleQuote;A questão chegou ao conhecimento do MPF quando da vistoria da Barragem de Juturnaíba&comma; em 14 de fevereiro de 2019&period; Na ocasião&comma; fomos até o local fiscalizado pelo ICMBio e objeto de várias denúncias de pescadores locais&period; Foi possível visualizar as tubulações oriundas da ETA&comma; que não constava no projeto de licença ambiental”&comma; detalha o procurador da República Leandro Mitidieri&comma; autor da denúncia&period; Além da condenação&comma; o MPF requerer a aplicação de indenização por danos coletivos no valor de R&dollar; 6 milhões&period;<&sol;p>&NewLine;<div id&equals;"wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1" style&equals;"width&colon;100&percnt;&semi;text-align&colon;center&semi;"> &NewLine;&Tab;&Tab;<span style&equals;"padding&colon; 10px&semi;font-size&colon;16px&semi;font-family&colon;Arial&comma;Helvetica Neue&comma;Helvetica&comma;sans-serif&semi;color&colon;&num;4a80c1&semi;"> <&sol;span> &NewLine;&Tab;&Tab;<div class&equals;"fb-comments" data-href&equals;"https&colon;&sol;&sol;beta&period;cliquediario&period;com&period;br&sol;seguranca&sol;ministerio-publico-federal-denuncia-prolagos-e-seus-responsaveis-por-crime-ambiental" data-order-by&equals;"reverse&lowbar;time" data-numposts&equals;"10" data-width&equals;"100&percnt;" style&equals;"display&colon;block&semi;"><&sol;div><&sol;div><style>&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 span&comma;&num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;width&colon;100&percnt; &excl;important&semi;&rcub; &num;wpdevar&lowbar;comment&lowbar;1 iframe&lbrace;max-height&colon; 100&percnt; &excl;important&semi;&rcub;<&sol;style>

Leave a Comment